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Archive for agosto \31\UTC 2010

Amiguênhos, primeiramente, gostaria de ressaltar como é bom tê-los novamente LENDO mais uma das minhas obras primas literárias.

Nesta, falaremos de um grande ‘boom’ que está abalando este Estado que lembra em muito o continente africano – mapamente falando –: o nosso Brasil guarãnil.

Peguem vossas chapinhas, apertem vossas bolas vestindo calça skinny (color, de preferência) e coloquem os ‘cêdês’ do “Ó Luan Santana” para tocar, que vai começar:

O REBOLATION-TION, O REBOLATION-TION...

COLORIDOS: Antes deu começar a escarafunchar os hábitos desses seres tão famigerados, analisemos este vídeo:

Fica expresso, claramente, categoricamente, absolutamente, irrefutavelmente, que esta ‘Individula’ é acéfala. Traduzindo para os acéfalos que LÊEM este texto: não possui CEREBELO. É aquela típica pessoa que vive no mundo dos telletubies. E pior: acha que não tem nada de errado com isso, ‘ó GOSH’!

Percebemos, logo nos primeiros instantes de video, que ela está dominada por uma droga muito, mais MTMTMTMTMT, mais letal do que o CRACK: O RESTART.

Ela esta tão dominada por esta droga, que acaba dizendo coisas sem nexo, como: ‘PELANZA, PELANZA… O PELANZA É UM GATINHO’. Que pessoa em sã consciência balbuciaria uma BESTEIRA desta, âm ?

****

O ministério do PFDS adverte: DORGAS FAZEM MAL PARA SAÚDE.

***** Eu espero que após vocês virem esta cena tão CHOCRÍVEL, vocês nunca mais cogitem a idéia de se DORGAREM *****

NEW SERTAJENO: É uma figura que está tão pop quanto os COLORIDOS, porém, não menos execrável.

Suas letras tentam fazer meio que uma mistura de amor com tragédia. Vejam no quadro abaixo:

Na verdade, o nome Sertanejo universitário cairia MUITO MELHOR de BOM para definir o NEWsertanejo. Uma vez que lembram outra modinha de mais ou menos um decênio atrás. Deixe-me apertar o F5 de vossas mentes: O FORRO UNIVERSIÔTÁRIO.

Ambos os dois, igualmente, viraram uma modinha e provavelmente daquê  amazômênos uma década, todos desaparecerão do cenário musical e gastarão fortunas no psiquiatra; por causa da vergonha que estão sentido deles mesmos por terem sido TÃO constrangedores quando eram mais jovens.

*este lance do psiquiatra também vale pros coloridos.

Poizé… Esses ídolos durarão tão pouco, quanto o tempo que um cara com ejaculação precoce passa fazendo ‘SÉCÇO’.

E a última e certamente a mais contestada pelas pessoas que possuem QI acima de 15, foi ideia da Revista para meninas e homossexuais (aqui ninguém tem preconceito) “CARRAPICHO’.

COLÍRIOS: O infeliz que teve a ideia de lançar os colírios deveria ganhar uma viagem só de ida pra #PUTAQUEPARIL.

Eles acabaram conosco, usuários normais do twitter. Eles roubaram todas as nossas seguidoras com tweets dignos de uma ameba. Sem contar aquela PUTICE de indicação que impregnam nossas homes: ‘sigam meu amigo G-A-T-O que já saiu na revista gay #CH. Sigo quem seguir’. Porque você não dá a bunda também pra quem seguir, AM!? Quer baitolagem maior do que chamar uma pessoa do mesmo sexo (pelo menos em tese) de GATO?

É amigos da rede glóbulos de ‘têvêlizão’, pensar que tudo isso aconteceu porque um homossexual ÍMPIO aproveitou o ENSEJO de realizar os seus desejos VISCERAIS contidos de fotografar vários aspirantes a Justin Bieber fazendo poses de revista masculina.

E outra, essa eclosão dos colírios só fez os adolescente que estavam indecisos sobre sua sexualidade saírem do armário.

Pois quando eles não pararam de olhar aqueles projetos de JusTEN Bieber, não tiveram dúvida:

EU PRECIIIIIIISO DE UM COMPANHEIRO!!!

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Agora proponho a todos a uma reflexão: O que os Coloridos, Os Colírios e o Luan Santana têm em comum?

HUM… FICA QUIETO!!!

Essa foto é só pra ajudar na reflexão -q

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Eu pressuponho que todo mundo, ao menos uma vez na vida, tenha se deparado com aquele tipo de sujeito que gosta de aumentar às histórias – para não falar mentir – aqueles indivíduos que, se falam OI para uma mina: dizem que trocaram MOW ideia; se dão um beijo no rosto da mina: dizem que a cataram; e se catam a mina, ENTÃO: dizem que praticaram todo o kama-sutra com ela, e com a família dela, TAMBÉM!

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Esse tipo de cidadão é o que eu gosto de chamar DE…

ZÉ ROÉLA!  – sim, com O q –

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O Zé Roéla não se contenta em simplesmente relatar os fatos para os seus interlocutores: ele TEM que demonstrar que ele é o CARA, que ele é FODELÃO, que ele é o GIRAYA da história. E, para tal, ele usa o artifício da “:MENTIRINHA INOCENTE” Aquela mesma técnica usada pela cobra para seduzir a égua da Eva, que, diga-se de passagem, é a culpada por Jesus ter morrido crucificado, mazenfim… O Zé roéla, gosta de tirar vantagem das outras pessoas, com coisas que ele se quer fez no jogo The Sims, tampouco na sua vidinha monótona e tão desprezível quanto apostar corrida com um aleijado e se gabar por ter vencido.

Eu, como boa parte da sociedade, já convivi com esse tipo de ser. O nome do infeliz em questão, atendia pela alcunha de Dedé.  Eu o conheci durante a minha passagem pela empresa ADP; uma multinacional norte americana do segmento da tecnologia da informação, no qual eu atuei como menor aprendiz  por cerca de dois anos e…

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**** Que porra!!! Estou divagando. Vamos voltar a falar do Dedé, cacete ***

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O Dedé era meu co-worker nessa empresa. Ele trabalhava na logística administrativa. Sempre que o a acaso me levava até aquele setor, para o meu total desalento, eu tinha que ter relacionamentos sociais com o Dedé. E nesses relacionamentos, ele sempre me contava suas lorotas histórias, no qual na maioria das vezes, terminavam com ele despindo uma novinha.

Talvez por essas histórias serem tão inverossímeis, eu me recordo de várias delas.

Vou citar pra vocês às que me pareceram mais mentirosas incríveis.

A coroa no balcão. Segundo o Zé Roéla do Dedé, uma vez, uma coroa; daquelas dos filmes mature do red tube, loira, com o cabelo channel, e um corpo voluptuoso pra cacete, parou defronte do local de receber mercadorias. Quando o Dedé perguntou para moça o quê ela queria, a moça em questão teria olhado pra ele, posto o dedo na boca, e falado com uma voz sedutora: “me coma, plzzzzz”…

Ele narrou a história dessa mesmíssima maneira que eu expus a vocês, caros leitores, sem tirar nem por, e sem ao menos ruborizar as bochechas.

Depois disso, o Dedé teria levado a coroa voluptuosa para detrás de um galpão, e sentado a lenha na suposta vagabunda.

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Outra história impressionante, e não menos questionável foi…

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A novinha do funk. Dedé era o estereótipo do playboy filhinho de papai, que tem um pitbull, e imita o que ele faz. Trabalhava apenas para ter experiência no currículo dele. Uma prova disso, era sua moto – uma R1 – que fora presente de seu pai. Talvez, isso amenize um bocado a fodacidade que dedé possuía na narrações dele. Fodacidade essa, que foi demonstrada quando o nosso personagem, Dedé, resolve pegar a sua motoca, em sua costumeira rotina de andar pelos bairros periféricos de São Paulo a fim de arrumar uma transa rápida e sem pagar nada, senão a gasolina de sua moto. Uma vez, ao praticar esse ritual, ele se deparou com uma novinha: uma típica “Nymph”, ou ninfeta; dessas de levar qualquer homem HÉTERO à perdição, tomando banho de laje – sim banho de laje! Lembrem-se que a o local da narração passa-se na periferia Q –

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Ao avistá-la, Dedé dá uma acelerada seca em sua R1 para que a novinha sentisse toda a sua potencia de sedução. Não poderia haver cantada melhor do que esta para a ninfetinha, que  logo se viu convidando Dedé para adentrar o seu recinto, e, assim, entrarem em um mundo de perdição INIMAGINÁVEL, awwwwwwwwwnnnnnnnnn…

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** Nesse exato momento, muitos divocês não devem estar achando incrível essa história que eu acabei de descrever. Aliás, o cara tinha uma R1, com uma moto dessas até um pobre coitado desprovido de beleza pode conseguir esse feito. **

DI R1? ATÉ EU!

°

Sim meus queridos tão queridos, de fato não seria uma fato para gabar-se, excetuando que na narrativa de dedê, eles aconteceram, pasmem: às sete horas da manhã.

PORRA, como pode!? Nem tem sol às 7 horas da manhã, então como ele viu a mina tomando sol a uma hora dessas, ãm?

Isso que fodia no Dedé. Talvez as historias que ele contava, nem fossem de todo mentirosas, porém, ele aumentava-as de modo surpreendente.

Lembro-me bem de quando ele falava que dava uma rapidinha antes de vir trabalhar, tipo: Ele acordava, tomava café, saia pra trabalhar; ligava a moto, saia da garagem, via uma vizinha na varanda, dava bom dia, e um segundo depois já estava empesteado com cheiro de látex por comer essa mesma vizinha. Quer coisa mais foda que isso!?

Se ao menos, toda essa fodice do Edelson ( Dedé) ficasse apenas nos seus relatos insólitos, tudo bem, mas, ele gostava de se gabar para às outras pessoas; nós, reles mortais.  Em certa ocasião, ele me disse que quando eu chegasse na idade dele, eu não teria comido metade das minas que ele deflorou.

“É claro. Também eu não tenho uma R1… E nem sei mentir tão bem D:”, eu pensei após a insinuação dele.

O Dedé só é mais um personagem fruto da sociedade brasileinhã, que acaba sustentando esse tipo de INDIVIDULO, Por não decretar prisão de morte ( hum, prisão de morte oO!? Eu quis dizer PENA DE MORTE Q) , a esse tipo de comportamento.

Eu sei que todos vocês estão sentido empatia com a minha causa, pois ao certo, vocês também já se depararam com seres tão famigerados, tipo: aquele amiguinho seu que estava se masturbando e disse que teve uma relação sexual; com aquela menina que diz que nunca se masturbou na vida, ou até mesmo com aquele cara de pau que insiste em dizer que a vó dele é virgem, não é verdade!?

São por essas e outra razões, que eu os convido a participar do movimento: NÃO AO ZÉ ROÉLAS! VOCÊ NÃO PRECISA MENTIR PARA SER ACEITO NA SOCIDADE; a não ser que você seja um completo loser igual ao amigo de VOCÊS: Dedé, o homem que faz sexo antes do café da manhã.

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Após muita vadiagem pelo parque, e estarmos completamente em estado de letargia depois de consumir muitos entorpecentes, tais como:

Coca-cola sem gelo, água da torneira, e Doritos mole… Enfim chegara a hora de nos despedirmos do InterColegge.

Com tal pensamento em mente, resolvemos reunir a cambada de vagabundos que tinha ido conosco, a fim de voltarmos para nossas respectivas casólas.

Entretanto, para nossa frustração, faltava um filha da puta amiguinho nosso que tinha se separado do  grupo para tentar pegar uma vagabunda no qual ele estava dando ideia.  Eu completamente insensível ao fato de que ele poderia se perder, ser violentado, ou até mesmo trombar com um fã de Justin Bieber na rua, sugeri que fossemos sem esse desgramado. Para o meu jubilo, recebi respostas positivas a essa minha hipótese, no entanto um ‘amigo’ nosso alertou-nos que o William – o desgramado  que se extraviou de nós – deixara as suas coisas; na qual incluíam dinheiro, roupas, e os demais pertences dele, com outro coleguinha da gente.

Isso foi o cu, do vai tomar no cu, para o meu ânimo.

Entrementes, para o nosso total desespero, ainda estavam ocorrendo diversos arrastões, o que ocasionava a simultâneas rebeliões, o que me levava a borrar as calças.

Ao me ver nessas totais adversidades, pensei eu em voz alta “e agora quem poderá me ajudar?”

Sem presumir que o chapolin colorado viesse ao nosso resgate, sugeri que fossemos procurar por William.

Então, lá fomos nós: Andávamos, caminhávamos e peregrinávamos, mas nada de encontrarmos o desgraçado que nos colocou nessa situação. E a cada minuto que passava, os meliantes começavam a ficar mais impiedosos pelo parque, destruindo a TUDO e a TODOS.

Após muitas tentativas de nos depararmos com o Will, eis que tomamos a decisão mais sensata no momento: Esperar pelo William na saída do parque.

Nesse tempo vimos pessoas sendo mutiladas por socos e chutes ao reagirem a ‘furtos’. Esses fatos só fizeram a minha cueca ficar cada vez mais pesada.

Passados cerca de meia hora que estávamos feito o cristo redentor esperando inocuamente pelo William, decidimos que estava na hora de procurá-lo novamente.  Foi quando finalmente o encontramos no maior LOVE com a menininha que ele estava tentado catar durante todo passeio.

Isso foi o suficiente para eu amaldiçoar até a 35903235221° geração dele.

Após termos resolvido esse impasse, por fim tentamos voltar para as nossas mamães, em nossas casas quentinhas e sem perigo.

**** Porém, ainda MUITO terror estaria por vir… E percebam vocês quantas ‘fases’ tivemos que transpor, até chegarmos em segurança à nossas casas! *****

Já fora do parque, eu e meus amigos fomos seguindo a multidão tal como fosse uma procissão, a fim de chegarmos até estação de metro. Foi quando subitamente o Brunão parou, pois a mão no meu peito, e balbuciou: “ Veeeeejam”

Então, vimos: Não um, tampouco dois, mas sim 3 negões de fazer inveja ao Shaquille o’ Neal

EAI, VAI ENCARAR?

…. Cada um com 3 pedaços de pau em suas patas.

Usando toda nossas habilidades que aprendemos brincando de policia e ladrão, conseguimos nos esconder dos larápios atrás de um carro.

PRIMEIRA FASE COMPLETE!!!

Passado essa fase, nos mantemos a andar, e mais uma vez deparamo-nos cara a cara com a morte.

Desta vez, presenciamos um grupo de desordeiros preparando-se para acabar com a raça de outro grupo mais desordeiro ainda, e, também, à raça de qualquer um que ousasse passar por aquele local.

Eles estavam pedindo paras as garotas, que tinham vindo com eles, se encostarem ao muro. Percebendo essa oportunidade, eu novamente utilizo as minhas técnicas de Magaiver para guiar o meu grupo perto do muro junto com as garotas. Talvez por nossa tamanha semelhança com o sexo feminino, não fomos notados pelo os mal feitores.

SEGUNDA FASE COMPLETE

Já na estação, só faltava entrarmos no trem, para daí sim; chegarmos são e salvos até a nossa casinha.

Fácil? DIFÍCIL. Porque novamente avistamos perigo iminente. No mesmo dia do evento Intercollege, havia o clássico de São Paulo: Cocô-rinthias e São Pau-lo. Então, no exato momento que o pessoal do Intercollege voltava para cara, os favelados das torcidas organizadas também voltavam.

O pior foi inevitável, um Zé bostola decidiu ‘interagir’ com um Bambi (são paulino) que já estava P-U-T-O por ter perdido o jogo, dizendo:

“CHUUUUUUUUUUUUUUPAAAAAAA BAMMMMMMMMMMMMBIIII”

Foi o suficiente para começar um quebra pau que, indiretamente, me and my friends estávamos envolvidos.

Novamente a situação nos exigiu toda a nossa perspicácia ningística para escaparmos.

Quando fugimos um pouco da balbúrdia, e finalmente chegamos à catraca para desembacar no trem, eis que o Ari comete umas das maiores filhasdaputice da história da via láctea: Esquecer o bilhete único em casa!

Senti vontade de decapitar o Ari com uma faca cega de cozinha… Mas relevei a ‘pretice’ dele.

One more time, lá fomos nós voltarmos ao frenesi, again. Entre empurrões, e arrastões , a saída… é fazer, valer a pena. – desculpe-me. Mas não resisti à tentação Y_Y ! – Tentamos recarregar o bilhete do Ari.

Para tal, bolamos uma verdadeira força tarefa: Enquanto um ficava na fila, outro dava cobertura, e os demais ficavam na espreita de vigília. Cada segundo; cada minuto; que o Ari gastava na fila, a expressão ‘ficar com o cúzinho na mão’ parecia mais literal pra mim. Quando o meu ânus não tinha mais para aonde ir, foi quando o Ari finalmente apareceu com o seu bilhete único devidamente recarregado.

É claro que eu dei um pescotapa nele por tamanha demora.

Após essas conjunturas de eventos, finalmente pegamos o trem que nos levaria para casa.

Neste exato momento, como em Resident Evil, só faltavam os créditos subir para a nossa aventura estar encerrada.

GAME OVER!!!

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Cri, cri… Cri, cri… Fez-se um silêncio sepulcral quando eu indaguei os meus coleguinhas de colégio sobre qual seria a nossa próxima jornada; nossa próxima desventura; nosso próximo rolê.

Eis quando um anjo (ou demônio) nos aparece com uma saída para o nosso tédio, ele mostra-nos um fly a respeito de uns dos eventos mais badalados no mundo dos sacanageros de plantão: o InterCollege no Playcenter.

EU ESTAVA LÁ, MAMÍFEROS!!!

Eu até já poderia entrever como seria tal rolê: muita prostituição, música eletrônica, e garotas que são mais fáceis de pegar do que AIDS. Tudo parecia ser perfeito. ‘Não há como não se divertir em um lugar com tantos atrativos assim’, penso eu em um ato introspectivo.

Mas mal eu imaginara que como em toda boa droga, o prazer só viria com um pouco de sofrimento. E dessa vez não fora diferente…

Todos os preparativos para ir nesse PUTA rolê estavam prontos:

Comida até o talo na mochila, toalha para secar o suor, roupas sobressalentes, e o mods dos homens: o desodorante 24 horas!

Com tudo no conformes, fui encontrar-me com o meu conluio do mal para irmos ao badalado evento.

Ao caminho do Playcenter foi tudo MARA: mow zoeira; mow esculiambação; mow fanfarrice, e eu até insinuei o meu corpo esbelto – digno de fazer o seu madruga parecer saudável – vestindo uma camisa REGATA com o ônibus em movimento, nesse meu ato lascivo consegui tirar suspiros de umas velhas que estavam sentadas no banco dos idosos, e também de alguns torcedores do São Paulo.

Entretanto, ao chegarmos à estação de trem a caminho do Playcenter, notamos uma grande conglomeração de filhasdaputa se dirigindo ao mesmo destino que nós. Pelo visto todos os jovens tiveram a mesma ideia de tentar contrair AIDS via Intercollege, e para o meu total desalento a maioria deles pareciam ter o mesmo sexo que o meu, ou seja, o sexo MASCULINO – para quem ainda tiver dúvida u_u –.

Ao observar essa cena deplorável para alguém que foi programado para procriar, me arrependi amargamente de ter ido sem cueca. Mas isso não vem ao caso. O que vem ao caso é que logo que chegamos às redondezas que circundam o parque presenciamos um arrastão. A torcida do cúrintias tinha comparecido em massa ao InterColegge pelo que parecia.

Eu e meus amigos fomos nos desvencilhando sorrateiramente daquele enorme frenesi… e, então, para nossa sorte escapamos daquela balbúrdia.

Porém, bem na entrada do parque, presenciamos um Playboy ser medonhamente espancado ao resistir à investida de alguns marginais de roubarem o boné dele, e tudo isso na frente de sua namorada. Esta cena tirou todo meu ímpeto de andar nos brinquedos e me prostituir freneticamente: – ‘MAS FODA-SE, NÃO FOI COMIGO MESMO.’ Me recompus e voltei minhas intenções unicamente ao rolê que só estava apenas nas preliminares.

No momento que finalmente adentramos o parque, vimos um muleque digno de pena vomitando até suas últimas entranhas, e neste exato instante pude visualizar a placa:

WELCOME TO THE INTERCOLLEGE, BABY!

A diversão estava só começando, manolos!

Dentro do parque tudo foi normal, senão pelo fato do meu colega ter catado uma mina com a ideia mais idiota EVER:

– SEU PAI É PADEIRO ?

– NÃO, POR QUE?

– PORQUE VC É UM SONHO!

PUTAQUEOPARIL!!! Fiquei muito revolt’s, e com pena da mina, ao ver que essa cantada tinha dado certo.

Excetuando esse fato insólito, a excursão parecera perfeita pra mim. ‘Pórem’, até o momento de irmos embora…

É aqui que a história começa ficar mais tensa!!!

TO BE CONTINUED…

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Olá, afáveis leitores. Afim de não deixá-los sem atualizações contínuas, vou continuar postando os textos do meu blog antecedente a este, o Idas & Vindas.

O texto a seguir falará sobre o meu personagem do twitter, o vulgo @the_creepier, e também alcunhado como O Palhaço Bipolar.

Espero que este post possa esclarecer algumas dúvidas que os desoculpados que o seguem no twitter, tem sobre ele..

  • PFDS apresenta: Sentimentos não podem ser… FAKE!!!                                     °

Muito prazer, eu sou o David C. Amorim. Um jovem apaixonado por música, moda e esportes. Mas a partir da semana passada, dia 10/06/09, criei um personagem chamado Creepier, um palhaço que aceita os adjetivos de bipolar, sedutor e pervertido.

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O Creepier é um personagem que lembra uma categórica criação do Tim Burton. Não que ele seja sem graça, mas por que ele é chapadão. Vive pedindo uma lambidela para as garotas, pois esse, é o seu jeito de demonstrar afeto – que foi? Você não diria que isso é loucura partindo de um cachorro -.

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Além desses pedidos insólitos, ele nunca perde a piada – pode perder um seguidor, mas a piada… Nunca -. Também é o xodó das meninas que desejam encontrar um companheiro (Não. Não, estou me referindo no sentido sexual). E, como todo bom personagem, ele é circundado por muita polêmica…

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Desde o momento da minha criação mais diabólica, recebi muitas perguntas a respeito do criador desse personagem, ou seja, eu mesmo.

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Disseram que o Creepier era fake – de fato, personagens geralmente não são reais – mas o creepier não é falso, porque ele tem uma personalidade pessoal, sentimentos reais e, na  minha opinião, sentimentos não podem ser fakes.

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Na cabeça das pessoas devem passar o seguinte pensamento: “ESSE FDP QUE CRIOU ESSA PAIAÇO DEVE SER DOENTE DA CABEÇA”. Eu não arriscaria dizer que eu sou normal, não. Mas, também, “de médico e de louco… todo mundo tem um pouco”. Então não me preocupo com o que as pessoas me tacham… tsc…tsc.

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Pois bem… Aqui estou eu: Tentando seduzir os meus seguidores incautos. Porém, com muito bom humor e uma boa dose de sentimentos, que me arrisco a dizer… NÃO PODEM SER FAKES!!!

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RAWR!!! ME LAMBE. Ass: @the_creepier. ♥ VOCÊS!!!

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