Feeds:
Posts
Comentários

Archive for setembro \20\UTC 2010

Oiê, meus lindos tão lindos. Sabatinando o meu post anterior, vocês viram que eu fui dá um rolê em uma das matinês mais ~~hots~~ da capital paulistana, o Porto Alcobaça.

E como vocês já devem imaginar, eu me fudi.

Continuem lendo essa porra aê!

******

Inside of Porto. Logo depois de adentrarmos o recinto, por um instante, eu achei que eu acabara de morrer e me encontrava no inferno, tamanha a putcharia que os meus olhos com glaucoma presenciavam. Garotas, muito delas que nem haviam tido a sua primeira menstruação ainda, dançavam em um ritmo freneticão ao som dos mais diversos funks proibidões das favelas cariocas; que, por conveniência, foram suavizados para atender as necessidades de um público mais teen, por isso, letras que faziam apologia ao sexo e até mesmo ao crime organizado, poderiam ser tocadas até mesmo em lares evangélicos sem nenhum constrangimento.

Quanto ao estabelecimento, ele se encontrava superlotado nessa data, pois como de costume, os donos do local puseram mais pessoas do que a sua capacidade de contenção permitia, logo, era quase impossível dar dois passos sem esbarrar em alguém e dar um encoxão bem apertado em uma nádegas, que por via, poderia ser tanto de uma mulher quanto de um homem, mas como as luzes eram baixas mesmo, a cara era desfrutar desse prazer momentâneo sem maiores objeções – só era meio foda quando a nádegas encoxada era sua. Mazenfim…- .

O desespero deste que vos fala. Meus colegas, que já haviam ido bem mais de uma vez ao Porto, tinham bem mais desenvoltura para se portar nesse ambiente do que eu, apenas um novato. Logo nos primeiros instantes de balada: eles dançavam, cumprimentavam qualquer garota que ousasse cruzar o caminho deles, e se engalfinhavam com elas; enquanto eu, apenas os observa e tentava repetir os seus passos. No começo, eu até obtinha êxito, porém, quando os meus colegas começaram, o que na gíria da malandragem chama-se CATAR AS MINAS,  sem ao menos dirigirem-nas uma palavra se quer e chegando já no beijo, o bagui começou a ficar complicado para o meu lado. Eu rapaz tímido, criado à vitamina com leite com pêra, que tinha vivido boa parte da infância com a avó, quase me abato com o fato deu não possuir o menor traquejo para lhe dar com o sexo oposto daquela mesmíssima maneira. Sabendo que não iria me adiantar em nada ficar só ali parado com a minha cara de nádegas, então… Então, eu decido agir; e vou no banheiro.

Uma vez no banheiro, eu faço um gargarejo e me olho no espelho, mas a imagem que eu via só me desanimava ainda mais, então, quando as esperanças pareciam perdidas, eu tenho uma brilhante ideia…

Dentro do porto havia um corredorzinho alcunhado de cantinho da sacanagem. Como você já possa imaginar, a alcunha se deu por aquele ser um lugar extremamente fácil de se catar muié e tocar a putcharia geral. Fora para esse lugar que o meu pressentimento mandou eu ir. E para lá que eu fui.

Plish Splash Poof fez o beijo que eu lhe dei. Uma vez no lugar que a minha consciência mandara eu ir, fiquei encostado com os braços no balcão que vendia bebidas e apoiado com um dos pé na parade, só observando os meus colegas pegarem as mais diversas cocótas apenas segurando-as pelas mãos e subjugando-as pela força, lembrando em muito uma “sena” – segundo a sasha – de estrupo. Eu com medo de adotar aquele mesmo tipo de comportamento e tomar um tapaço na cara ou, até mesmo ser subjugado pela força de uma menina, fico apenas na minha esperando o momento mais propício para agir. Eis quando eu tenho a mais que excelente ideia de comprar um Red Bull, para dar aquele PLUS a MAIS na hora de abordar uma salfadenha em potencial, néam.

Porém, segundos, minutos, e talvez horas se passaram – sei lá tava sem relógio – sem eu dar o menor vestígio de bote. Até mesmo o meu Red Bull tinha acabado. Como eu já não tinha mais dinheiro em meus bolsos, e sabia que ter uma latinha de Red Bull poderia ser imprescindível na minha missão de trocar salivas com uma garota, me rebaixo ao extremo e faço a predreiragem de encher a latinha vazia com água, pasmem: do banheiro. Após eu  estar com a latinha devidamente enchida, volto a minha posição de acasalamento – com os braços apoiados no balcão – todo sexy, sensual, fazendo carão, e me achando o Tom Cruise em pessoa. Porém, a julgar pela expressão das garotas que me fitavam, eu tava mais parecendo o ….

GARY COLEMAN, VULGO ARNOLD!

No momento em que as esperanças de sair do zero a zero pareciam cada vez mais remotas, eu vi uma cena que revigorou todo o meu ânimo, mas também, não é de menos, pois…

Eu vi o Pio, um mulhequinho, um verme, um fedelho, duvideodó que ele já tinha ao menos pentelhos no saco, beijando calorosamente uma vadiazinha. Isso foi um chute certeiro bem no meio do meu saco. Todavia, eu percebi uma energia emanando dentro de mim, que chega eu senti que seria capaz de me transformar em supersayadin 3 se eu assim desejasse. Então, eu fiquei decidido em pegar a primeira mina que adentrasse o meu campo de visão – que não é lá muito grande, pois tenho glaucoma – , eis quando uma pobre desgraçada é mirada por mim. Ela era magra; parecia uma vara de tocar gado,  baixa, seu rosto era até, digamos, beijável, só que a garota não devia ter mais de 13 anos e, eu, tava com 17 na época. Enquanto eu ai me dirigindo LENTAMENTE até aquela pobre coitada que não imaginava a desgraça que estava preste a recair sobre a vida dela, eu senti a minha consciência altercando dentro de mim:

– Você, não pode catar uma mina nova dessas. Ela não deve nem menstruar ainda – disse o lado bom da minha consciências.

– Vai, lá predador. Chega arrepiando nessa guria. Mete logo a linguana na boca dela, sem mais. Não liga presse perdedor, não. Ele é virgem ainda – retrucou o lado mal da miha consciências.

– Isso é errado!

Repentinamente o lado mal da minha consciência deu um tiro de bazuca no lado bom, acabando com a discussão.

E quando eu me dei por mim, eu já estava cara a cara com a garota.

Sem maiores preâmbulos eu já fui logo dizendo, “Nássa, tu és tão linda. Eaê, rola ou não rola, gatchenhã?” Dito isso, eujá fui encaminhando a minha boca n’ boca dela.

Ela, foi desviando a cabeça pro lado, em um movimento categórico de migué. Então eu que estava fazendo academia na época, utilizei toda a  minha força para tentar sobrepujar a garota, quando, por fim, consegui superar as barreiras da boca dela. No início ela estava meio relutante em aceitar as tênues caricias do meu beijo, mas logo ela tava chiando tal como uma gata no cíl.

E enquanto eu beijava a pobre infeliz,  eu esperava que a qualquer momento a polícia federal saísse das janelas, dos balcões de bebidas,  por dentro da pista de dança; alguns me imobilizando, enquanto outros decretando: “ Você esta detido sobre a acusação de aliciamento de menores.”!

Após esse incidente eu fiquei ligeirão para abater a minhas presas futuras. E no final da balada, eu cataria mais duas garotas – o que é MUIIIIITO pouco – com um pouco menos de drama.

Enfim, depois de termo tocado o putcheiro geral – incluído até mesmo uma performance de Y.M.C.A – eu, e os meus amiguenhõs resolvemos zapar para OUR HOUSE . Entretanto, a viagem de volta ainda me renderia o último capítulo dessa post….

A ida; nostalgia, e uma pitadinha de vadiagem. Depois de apressarmos o Brunão que AINDA estava pegando aquela mesma menina do começo do post – sim, aquela mesma que ele furô os zolhos do mano Biô-, nós no enveredamos para o caminho do ponto de ônibus.

Andando rápido e cautelosamente sobre as ruas cujo índice de assalto n’aquela região era altíssimo, chegamos por fim ao nosso objetivo. Esperamos pelo busão por cerca de 1 hora – São Paulo é caótica mermo –

Uma vez dentro do ônibus, eu, e me arrisco a dizer que os meus amiguênhõs também, só estavam com vontade de descansar e, quiçá, dormir e ter belos sonhos todos com conotação sexual.

Porém, fim de balada vocês sabem, néam!? Sempre têm aqueles neguim que não se conformam em ter ficado cerca de sete horas no clube, e sentem o prazer mórbido de fazer vadiagem também na volta para casa, no ônibus.

E por um infortúnio, um grupinho desses desordeiros pegou o mesmo busão do que a gente. Eles começaram a fazer uma balburdia tão grande dentro veículo, que dá até pra fazer uma alusão com as vuvuzelas na copa do mundo: Gritavam, esperneavam, e cantavam vários fanquis provenientes das favelas cariocas.

Eu incomensuravelmente muito PUTO com isso, instigo os meus colegas para cantar músicas antigas – aquelas de comercial de antena parabólica, skas!?-, a fim de frustrarmos o grupo desordeiro rival. Segundos depois, eu começo a puxar o coro para vou de táxi, dá excelentíssima Angélica. Magina, o barulhor ensurdecedor de dez marmanjos todos pré saídos da puberdade cantando essa porra de música. Eu sei é melhor não imaginar, néam.

Vix, mas o barulho ficou pior ainda, pois em vez de o grupo-desordeiro-rival ter ficado acometido com a nossa cantoria, eles pelo um gesto de uma majestosa filhadaputice, uniram-se a nós para entoar canções do início da idade média.

Por fim, voltamos para casa todos nós: eu, os meus amigos, e o grupo-desordeiro-rival, tirando músicas do fundo do baú, numa setlist que continha de José rico até o maestro Tom Jobim. Só deu pena dos demais passageiros, mi mi mi ‘-‘.

Annnnddd assim, eu terminei mais uma das minhas totalmente excelentes, Desventuras. Xoxo.

Que a força esteja com aqueles que comentarem esse post.

FIM.

Read Full Post »

♪ PA-PANAMERICANO ♫ … Olá, meus queridos tão queridos leitores. Neste post, veremos mais uma das atrocidades morais cometidas por este que vos fala. Dessa vez, eu fui convidado para umas das baladas teens mais ~~hots~~ de São Paulo, O vulgo PORTO ALCOBAÇA.

****

PS. Tal como os post sobre as minhas desventuras no playcenter, este também será esgarçado em duas partes, por motivos que… aw, por motivos de cu doce meu mesmo q.

****

Antes deu começar a fazer uma daquelas minhas narrações que eu tento encaixar piadinhas em cada parágrafo do texto almejando fazê-los rir e fracassando nas 998239293023802 das vezes, eu vou descrever como e por que o Porto é uma das baladinhas mais requisitadas pela categoria infanto- juvenil – pelo menos era há uns 2 anos atrás quando eu ainda  freqüentava o local-

Estão prontos!? Quem estiver pronto coloca a mão no monitor e diga “YEAAAAHHHH!!!”

Ok, ok, vou começar logo esta josta antes que vocês se enfadem e resolvam sair daqui para acessar o red tube, brazzers ou o amadoras.com; e não adianta fingir que vocês não sabem do que eu estou falando, não. HUM.

****

O Porto. Eu sei que os cientistas descartam a possibilidade de contração de AIDS pela boca, mas se isso viesse a acontecer, há uma grande incidência que ocorresse no Porto.

Pois se existe um lugar na face da terra onde catar mina é tão normal quanto respirar, esse local atende pelo nome de Porto Alcobaça.

Para quem nunca assistiu ao programa do Ratinho, Datena ou qualquer outro programa sensacionalista e jamais ouviu notícias desse estabelecimento que faz a alegria de quem almeja catar uma garota safada, o Porto nada mazé que uma casa de sacanagem; MAQUIADA de danceteria.

Apesar de ser um local que recebe público de todas as idades, ele ficara mais conhecido como uma balada matinê, ou seja, aw, olha aqui que eu não tou com paciência de explicar, não.

O Porto Alcobaça esta residido ao longo da avenida Matarazzo; ao lado do Vila Country – que diga-se por ventura, é outra balada BEM ~~hot~~ – e circundado de outras numerosas baladas da região.

É uma pena eu estar com puta preguiça de procurar fotos internas dessa baladinha, mazeu, vou descrever um pouco como era por dentro do Porto.

Ele era um local relativamente GRANDE: possui duas pistas de dança, uma de eletrônica e outra de variedades;  Dois ambientes, interno e externo; e diversos locais escondidos, que só os mais experientes conhecem, exclusivamente para quem queria sair só dos beijos e dar uma rapidinha sem compromisso – Isso é uma lenda. Eu mesmo não conheço a veracidade desse mito, mas adoraria comprovar-.

Dito isso, eu vou descrever como foi o exato momento queu fui convidado para ir neste local tão maculado…

O Auto-Convite. Eu estava na sala de aula no meio de uma daquelas tediosas aulas de química, quando repentinamente eu escuto um breve burburinho que logo tira o pouco de atenção que ainda me restava naquela aula chata bacarai. Os cochichos, da onde eu estava, eram imperceptíveis.  Então, utilizando o meu dedinho mindinho que na época eu deixara a unha crescer para tentar imitar o visual esplendoroso do José Rico, limpo toda a cera que estava incrustada dentro do meu ouvido, e, como uma mágica só comparada com uma das dos magos dos magos Lord Voldemort, eu pude ouvir perfeitamente o teor daquele cochicho que tanto me tirou à atenção:

– Fico sabendo da úrtima, Edigilson!? No sábado, sem ser nesse agora no outro, vai ter MARATONA FÃQUI no Porto. Boralá?

– E… Eu… – No exato momento que o Edigilson estava preste a responder, eis quando eu dou um pulo da minha mesa, e poco me fudeno se eu estava atrapalhando a aula do fessor ou não, solto um gritinho digno de Vera Verão: EEEEEEEEEEEEEPAHHHH, eu vou nessa pouha aê, cambada!

Meus colegas, claramente constrangidos e pegados de surpresa com a minha súbita reação, respondem sem delongas:

– Claro, a danceteria é pública!

Satisfeito com essa resposta, eu logo tratei de me desculpar com o professor de química e de reunir toda a minha comitiva do mal que normalmente me acompanha nesse tipo de rolê, comumente composta por Brunão, Aridá e o Negritude; também conhecido pela alcunha de MR. Eduard’s.

Os preparativos. Ir num evento desses requer muita preparação mental, pois você nunca sabe o nível de obscenidade que a sua cabeça vai ter de suportar. Já ouvi boatos, que alguns seres menos afortunados mentalmente, não sobreviveram à tamanha radiação de indecências e sofreram seqüelas GRAVES, e alguns, hoje em dia, só babam e não dizem nada mais a não ser TETAS, poisé, poisé, poisé…

Mas não só o preparo psíquico é importante para enfrentar um rolê de tanta proeminência, é preciso está atento a todos os pormenores que uma jornada de 7 horas de funk continuas acarretam.  Foi pensando nesse detalhe que eu me hidratei o máximo que eu pude nos dias contíguos ao passeio. Outra coisa importante para atender a um eventos desses, e estar bem abastecido de drops, spray bucal, e gastar até a última gota de aerosol do desodorante 24 horas, e, por vias das dúvidas, é bom levar um roll-on sobressalente – desodorante, besta-

Mesmo depois deu ter tomado todas as providências acima, havia mais uma coisa me encasquetando, porém, eu não conseguia descobrir… Mas foi ai que aconteceu um reverso, um sinal que veio lá do céu e CATAPIIIIINBA: “As camisinhas” .

**** Gente, eu sabia que era só uma matinê, e que eu teria sorte se conseguisse que uma única loca se quer ;( me beijasse, mas tratava-se da MARATONA FANQUI, e nunca se sabe o que os efeitos recônditos dessa música pode ocasionar nas meninas, néam! Já vi meninas aparentemente santas fazerem coisas chocríveis sobre o efeito do funk. ****

Então fui correndo – literalmente, eu sou loko da cabeça mermão- até o bar do Seu Roxo e pedi um pacote de camisinhas extragrande u_u.  Por fim, decretei a minha preparação por encerrada. Agora só faltava o tempo passar, passar, passar…

PASSA TEMPO, PORRA!

A Decepção. Duas semanas depois, dado o dia de irmos ter chegado, fui me encontrar com os outros sacanageros no local de encontro que fora pré-estabelecido. Tudo estava correndo conforme o combinado, exceto por quando eu entrei no busão, e percebi que um sacanagero ainda não estava presente no local combinado: o Mr. Eduard’s.

Imaginar-me indo a um role sem ele, é a mesma coisa de imaginar-me indo no motel e não fazendo sexo.

Então, quando senti que o ônibus estava partindo e deixando Eduard’s para trás, entrei em desespero. Comecei a espernear, a dizer que desceria do busão se ele não aparecesse, e a dar socos e chutes nos demais passageiros – tá, a última parte é mentira. Foi só para vocês perceberem a dramaticidade dos meus atos u_u – No momento que o busão estava quase partindo e eu quase desistindo de ir ao passeio, eis quando o Mr. Eduard aparece todo suado defronte ao ônibus – *_* – impedindo-o de sair sem a sua gloriosa presença. Enfim, me acalmei. E deixei o motorista seguir viagem em paz.

Após as minhas hemorróidas estarem quase estourando com a lerdeza do motorista em chegar ao ponto de ônibus que iríamos descer,   finalmente o desgraçado abre aporta de trás do busão indicando que os meus sofrimentos tinham acabado, e havíamos chegado, por fim, ao PORTO.

A fila. Após adentrarmos as cercanias do Porto Alcobaça, nos deparamos com uma fila maior do que as ocasionadas pelo restaurante popular BOM PRATO, e, a não ser, que eu e meus companheiros quiséssemos ficar de fora do evento, nós teríamos que dar um jeito de nos embrenharmos por dentro daquela miríade de pessoas para conseguirmos entrar no estabelecimento que mais tarde nos daria muito prazer e histórias para contar aos nossos netos. Porém, encontrar a menor brecha que nos colocaria dentro do Porto estava difícil, senão impossível. Mas forças maiores pareciam estar confabulando para que tivéssemos êxito, então, quando já estávamos quase conformados que o infortúnio acabara de recair sobre a gente, eis quando o Aridá avista um chegado nosso de longa data, O Steven; mais conhecido como Biô, juntamente com os seus amigos, em um lugar privilegiado bem no início da fila; que pode até ser comparado como ver uma ópera de camarote. Sem marcar bobeira, eu e meus amiguinhos nos dirigimos até aquele lugar divino com toda certeza que o Steven nos cederia um espaço na fila, aliás, um sujeito chamado Steven não tem moral de negar nada a ninguém. Dito e feito, O Biô honra seus votos de amizades conosco e nos cede um espaçinho junto à fila.

Mas mal sabera Biô, que uma trairagem, só comparada pela a que o Messias sofreu por Judas, o acometeria por este ato de bondade. Ó Pobre Steven.

A trairagem. O Biô, apesar da sua aparência pouco, digamos, convidativa, só Deus sabe o porquê, era um exímio catador de cocótas. Porém, o calcanhar de Aquiles do Biô, era o seu nome, Steven. Ele sabia que ele teria mais chances de catar uma mina se ele soltasse um peido e depois arrotasse na cara da garota, do que se ele dissesse o nome verdadeiro dele. Daí, quando uma menina o indagou sobre qual era o seu nome verdadeiro, ele, sem titubear, respondeu a pergunta da ninfeta com um trocadilho que ele sempre usara como válvula de escape para este tipo de situação:

“Steve lá, Steve ali, agora estou aqui com você!”

Ao escutar isso, a menina só balançou a cabeça negativamente.

Fora nesse momento, que o Brunão percebe o momento propício para o abate, e começa a jogar os seus galanteios para a garota que já tinha acendido o pisca alerta para as investidas do Ó Brunão:

“Sua linda tão linda. Linda tão linda você é. Linda. Tão linda você. Linda tão linda. Linda tão linda você” – passados finalmente 45 minutos dessa cena – Os dois começam trocar salivas violentamente em uma cena que lembrou em MUITO quando um cachorro sedento bebe água.

Pois bem, meus amigos. Nosso amigo Steve acabara de levar um chute certeiro bem no meio da glândula penial… E de um dos seus “amigos”, heim!

E após este incidente, os dois, ficaram sem se falar nada mais, nada menos, que por cerca de 10 minutos IN-TEI-RI-NHOS!  – É, toda ação tem uma reação, mamíferos. LEMBREM-SE DISSO! –

To be continued ^^ .

****

E por aqui vai acabando a primeira parte do: PORTO DE MOMENTOS BONS. Isso é, se vocês chegaram até aqui :| .

Fiquem ligados que logo menos sai à segunda parte.

#VAGABUNDOS!

Read Full Post »