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Archive for novembro \01\UTC 2010

Awwww… a Escola. Um ambiente social que o mais breve deslize pode acabar em seqüelas permanentes: Uma resposta errada na aula de português; uma roupa mais extravagante – vide, caso Geisy-; ou até mesmo um corte de cabelo menos usual, pode não ser bem interpretado pelo os seus colegas de classe, e tu ficarás com cara de nádegas perante a eles, tendo que escutar as mais diversas piadinhas até o final do ano letivo e, tudo, por causa de um único ato falho.

*

Os exemplos citados acima nem são os piores, pois, com um pouquinho de cautela, até podem ser evitados. Porém, há outros que parecem estar à cima da nossa capacidade e compreensão poder evitá-los, porque forças maiores parecem confabular com o único intuito de nos verem tomando bem no meio de nossa rabicola. E é exatamente sobre essas situações de constrangimentos que esse post abordará.

Primeira situação: WTH, de cheiro é esse?

Você está na sala de aula, compenetrado fazendo a lição de química, quando, você escuta sussurros:

– Nássa, que cheiro ruim.

– Éca, parece… Parece, cheiro de fossa.

– Pods crê. Até parece que alguém pisou… pisou, na BOSTA ;( .

Num átimo, todos os seus colegas se apressam a levantar as solas do tênis deles e, para seu total desalento, eles proferem:

– Aí, aí, não fui eu não. Pode ver! .

– Nem eu!

– Taqui ó, o meu está limpo também.

E, quando a última pessoa acaba de mostrar a solas dos pés comprovando que está limpa, seus amigos chegam a uma conclusão tácita:

– Então, se não foi nenhum de nós quem pisou na bosta – todo mundo exaltou a voz em coro – foi VOCÊ!

“Mas é claro que não!”, – você contrapõe à acusação dos seus amigos com extrema voracidade; porem, sem muita certeza se você estava certo, ou não.

Seus amigos insatisfeitos com a sua resposta, lhe demandam que mostre a sola do seu tênis a eles.

Nesse momento, toda sua vida passa diante dos seus olhos. Caso o menor vestígio de estrume tivesse no seu tênis, todos te olhariam tal como um transeunte observa um mendigo que não toda banho à aproximadamente décadas. Então, ainda com a face ruborizada, você LENTAMENTE levanta a sola do tênis, rezando a Deus para que não haja esterco nos seus pés, senão…

Tarde de mais! Todos os seus amigos já estavam olhando para você; alguns com uma expressão de condolência, outros com expressão de “se fudeu filha da puta”, mas todos enojados com essa situação tão fatídica. Até aquele professor que copia a lição na lousa freneticamente como se possuísse uma mão biônica, olha pra você balançando a cabeça negativamente como quem diz “fica mesmo causando na minha aula arrombado, “Aê se fudeu!”.

E debaixo do seu tênis aquele misto de merda verde com amarelo, que nem o mais perito coletor de análise clínicas poderia elucidar se aquela bosta foi obra de um cachorro; de um rato; de um cavalo, ou até mesmo de um ser SOBRE-humano, apenas a julgar pela espessura das fezes. Quanto mais você tentava limpar aquela merda, mas o seu tênis ficava sujo. Você limpava, limpava e limpava, porém sem obter o menor êxito. Tu olhavas para os lados, e via os seus amigos rachando o bico da sua cara e dos seus sucessivos malogros de limpar a sola do pisante. Por um instante, você sentira a vontade de ser um avestruz para enterrar a cabeça na terra, e por ali ficar, quiça, por toda a eternidade, num lugar onde não haveria professores, nem alunos, nem ninguém para se preocupar – só a bosta que não dá pra garantir que não haveria- . No momento seguinte você se desfaz das suas fantasias e cai na realidade: Você estava na merda. LITERALMENTE.

No entanto, os antigos dizem que pisar na merda é presságio de boa sorte, diferentemente da humilhação a seguir…

Balançar a cadeira de mais.

Essa situação só comprava que quando a desgraça quiser fuder contigo, ela foder-te-á de qualquer jeito maneira, lembrando-nos até o filme premonição em que a morte ia atrás de todos os indivíduos fadados a morrer, mas divago.

Essa situação ocorre quando o individuo estar em um regozijo enorme de balançar a sua cadeira de um lado a outro, remetendo a um movimento de um balanço. Entretanto, quando o sujeito dá um impulso para frente, se empolga além do ponto e utiliza mais força do que o necessário, e no momento que a cadeira volta para trás instantaneamente, a perna da cadeira parece obedecer às leis de Newton deslizando VAGAROSAMENTE mais do que o sujeito que estava balançando a cadeira calculara, resultando em, segundos depois, que o individuo estatele a bundinha que a mamãe passou talquinho, no chão duro e gelado, seguido, apenas, por risos de jubilo por parte de seus colegas com a sua súbita burrice .

Quando isso ocorre, muitas oportunistas de plantão; muitos que não vão com a cara do sujeito que se fudera, aproveitam este momento para proferir impropérios para a pessoa em questão. Alguns até se animam, e sem vêem dando socos, pedalas Robinho, e os mais corajosos voadoras no peito, do infeliz em questão.

E sem dúvida alguma não há nada melhor do que presenciar uma pessoa que se tem aversão sifudeno por causa da sua própria presunção de tentar exibir-se mostrando que sabe balançar uma cadeira, o que na verdade é uma idiotice sem precedentes, levando em conta que mesmo uma criança de colo possivelmente o faria, e sem estatelar a nádegas no chão-duro. Na verdade, isso comprova que para a pessoa ficar balançando a cadeira de um lado pro outro, ela deve sofrer de uma doença cognitiva no qual ela se acha possuir a idade de uma criança de peito, mas divago novamente.

Em último, pra mim, a situação mais humilhante e, também, a mais cagada – Em alguns casos até, LITERAMENTE.

O Espirro Atrapalhado:

Há duas situações constrangedoras que podem ser atribuídas a esse caso: tal você pode ficar todo melado de catarro ou, tal você pode ficar todo melado… DE MERDA!

NO PRIMEIRO CASO. Durante uma aula chata, vejamos, uma bem chata hummmmm… digamos, QUÍMICA, vai. Então você está no meio de uma aula de química. Seu nariz começa a irritar-se. Pelo visto a preguiçosa da tia da limpeza não limpara a sala d’aula no dia anterior. A coceira no seu nariz aumenta de um modo gradual. Você se amaldiçoa por ter esquecido os malditos lenços de papel na sua casa. Entrementes, uma força incomensurável parecia vir lá do âmago das suas entranhas. Não havia mais como segurar aquela força de dentro de você. Então, subitamente, você tem a ideia de pedir para o professor  a permissão de ir ao banheiro. Ele deixa. A força de dentro de você continua a aumentar de modo vertiginoso.  Você se vê obrigado a apertar os passos. Mas, no meio do caminho, aquela força maior parece estar dominando todo o seu peito: Ela vem esôfago adentro pronto para sair pela sua boca. Você tenta fazer um último esforço para impedir aquela energia de sair “A…A….A-ATCHIIIIMMMM”… Em vão.

E agora, lá estava você, na frente da sala: com catarro no nariz; mãos; queixo; até no cabelo, e ele continuava a cair até a sua boca. Seus colegas? seus colegas caindo na gargalhada como se não houvesse o amanhã. Triste, não!?

Mas a segunda situação constrangedora, acredite, consegue ser pior do que esta HA HA HA HA HAAAA…  ( risada diabólica)

NO SEGUNDO CASO. Você mais do que ninguém sabia que sua mãe era uma santa, porém, naquele dia, ela era uma filha da puta por ter te obrigado a ir à aula, MESMO, sabendo que você estava doente.

Uma vez na sala de aula, você se encontra numa aula chata, adivinhem? Isso mesmo, QUÍMICA, parabéns!

Durante a aula de química, você espirra uma, duas, três vezes seguidas. Chegava a sua garganta estava seca. Mas tudo estava bem: enquanto você estivesse com o papel higiênico que sua mãe te dera, não havia nada com o que se preocupar.  Porém, você se esqueceu que se a desgraça quiser se apossar da sua vida, ela assim o fará amigo!

Portanto, ao avaliar pela o acumulo de força acumulada no interior do seu peito, você chegou à óbvia conclusão que logo uma avalanche de bactérias; e por que não, coliformes fecais, exalariam da sua boca na forma de espirro. Percebendo isso, você logo se adianta a enrolar o máximo de papel higiênico em suas mãos visando conter aquela gosma verde que possivelmente assolaria TUDO o que encontrasse pela frente.

Com o rolo de papel já bem posicionado em suas mãos, era só esperar o espirro vir, para daí limpar as vossas delicadas narinas. Um instante depois, você sente um forte vento que talvez fosse capaz de destruir os barracos de uma favela do rio de janeiro, perpassando pelo seu pulmão, você arfar bem forte os peitos contraindo a barriga ao máximo, ao ponto das suas costelas parecerem uma espinha de sardinha, quando, por fim, aquele ar se desprende dos seus pulmões:

 

ATCHIMMMMM !!!! PLUF~~~~.

 

Graças à senhora do Perpeto Socorro, você conseguiu conter o catarro a tempo de evitar que ele saísse pelo seu nariz.

Porém, havia alguma coisa errada. Seus colegas de classe pareciam extasiados com alguma coisa, pois riam alucinadamente de algo. Só se escutava os berros de: “Peidorrero!”. “Seu peidão!”. “Zé do peido!”.

Quando você foi levantar-se para perguntar a um dos seus colegas o porquê daquelas chacotas, foi no instante que você acaba de perceber que sua cueca estava… MELADA.

A cagada estava feita, LITERALMENTE. A força do espirro foi tão grande, mas tão grande, que você acabara por soltar um peido que culminou com as suas cuecas numa baita freada de bicicleta; e com freios a disco.

Não havia situação mais cabível nesse momento, do que dar um fim na sua vida tomando chubinho para rato.

Era o fim da linha para um individuo estabanado.

Um minuto de silencio a essa vida, por favor. OBRIGADO.

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Na verdade, esses fenômenos citados neste post que estão acima da nossa compreensão e parecem se alegrar aos nos ver sendo enrabados, tem nome: é a lei de Newton. Isto é, se uma coisa tiver que dá errado, ela irá dar errado e foda-se!

E quando a lei de Newton recai sobre você, amigo, é só rezar para que os seus colegas se esqueçam da humilhação que você sofreu, cara.

E Mais sorte dá próxima vez ;) .

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