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Archive for the ‘Anedota jocosa!’ Category

Awwww… a Escola. Um ambiente social que o mais breve deslize pode acabar em seqüelas permanentes: Uma resposta errada na aula de português; uma roupa mais extravagante – vide, caso Geisy-; ou até mesmo um corte de cabelo menos usual, pode não ser bem interpretado pelo os seus colegas de classe, e tu ficarás com cara de nádegas perante a eles, tendo que escutar as mais diversas piadinhas até o final do ano letivo e, tudo, por causa de um único ato falho.

*

Os exemplos citados acima nem são os piores, pois, com um pouquinho de cautela, até podem ser evitados. Porém, há outros que parecem estar à cima da nossa capacidade e compreensão poder evitá-los, porque forças maiores parecem confabular com o único intuito de nos verem tomando bem no meio de nossa rabicola. E é exatamente sobre essas situações de constrangimentos que esse post abordará.

Primeira situação: WTH, de cheiro é esse?

Você está na sala de aula, compenetrado fazendo a lição de química, quando, você escuta sussurros:

– Nássa, que cheiro ruim.

– Éca, parece… Parece, cheiro de fossa.

– Pods crê. Até parece que alguém pisou… pisou, na BOSTA ;( .

Num átimo, todos os seus colegas se apressam a levantar as solas do tênis deles e, para seu total desalento, eles proferem:

– Aí, aí, não fui eu não. Pode ver! .

– Nem eu!

– Taqui ó, o meu está limpo também.

E, quando a última pessoa acaba de mostrar a solas dos pés comprovando que está limpa, seus amigos chegam a uma conclusão tácita:

– Então, se não foi nenhum de nós quem pisou na bosta – todo mundo exaltou a voz em coro – foi VOCÊ!

“Mas é claro que não!”, – você contrapõe à acusação dos seus amigos com extrema voracidade; porem, sem muita certeza se você estava certo, ou não.

Seus amigos insatisfeitos com a sua resposta, lhe demandam que mostre a sola do seu tênis a eles.

Nesse momento, toda sua vida passa diante dos seus olhos. Caso o menor vestígio de estrume tivesse no seu tênis, todos te olhariam tal como um transeunte observa um mendigo que não toda banho à aproximadamente décadas. Então, ainda com a face ruborizada, você LENTAMENTE levanta a sola do tênis, rezando a Deus para que não haja esterco nos seus pés, senão…

Tarde de mais! Todos os seus amigos já estavam olhando para você; alguns com uma expressão de condolência, outros com expressão de “se fudeu filha da puta”, mas todos enojados com essa situação tão fatídica. Até aquele professor que copia a lição na lousa freneticamente como se possuísse uma mão biônica, olha pra você balançando a cabeça negativamente como quem diz “fica mesmo causando na minha aula arrombado, “Aê se fudeu!”.

E debaixo do seu tênis aquele misto de merda verde com amarelo, que nem o mais perito coletor de análise clínicas poderia elucidar se aquela bosta foi obra de um cachorro; de um rato; de um cavalo, ou até mesmo de um ser SOBRE-humano, apenas a julgar pela espessura das fezes. Quanto mais você tentava limpar aquela merda, mas o seu tênis ficava sujo. Você limpava, limpava e limpava, porém sem obter o menor êxito. Tu olhavas para os lados, e via os seus amigos rachando o bico da sua cara e dos seus sucessivos malogros de limpar a sola do pisante. Por um instante, você sentira a vontade de ser um avestruz para enterrar a cabeça na terra, e por ali ficar, quiça, por toda a eternidade, num lugar onde não haveria professores, nem alunos, nem ninguém para se preocupar – só a bosta que não dá pra garantir que não haveria- . No momento seguinte você se desfaz das suas fantasias e cai na realidade: Você estava na merda. LITERALMENTE.

No entanto, os antigos dizem que pisar na merda é presságio de boa sorte, diferentemente da humilhação a seguir…

Balançar a cadeira de mais.

Essa situação só comprava que quando a desgraça quiser fuder contigo, ela foder-te-á de qualquer jeito maneira, lembrando-nos até o filme premonição em que a morte ia atrás de todos os indivíduos fadados a morrer, mas divago.

Essa situação ocorre quando o individuo estar em um regozijo enorme de balançar a sua cadeira de um lado a outro, remetendo a um movimento de um balanço. Entretanto, quando o sujeito dá um impulso para frente, se empolga além do ponto e utiliza mais força do que o necessário, e no momento que a cadeira volta para trás instantaneamente, a perna da cadeira parece obedecer às leis de Newton deslizando VAGAROSAMENTE mais do que o sujeito que estava balançando a cadeira calculara, resultando em, segundos depois, que o individuo estatele a bundinha que a mamãe passou talquinho, no chão duro e gelado, seguido, apenas, por risos de jubilo por parte de seus colegas com a sua súbita burrice .

Quando isso ocorre, muitas oportunistas de plantão; muitos que não vão com a cara do sujeito que se fudera, aproveitam este momento para proferir impropérios para a pessoa em questão. Alguns até se animam, e sem vêem dando socos, pedalas Robinho, e os mais corajosos voadoras no peito, do infeliz em questão.

E sem dúvida alguma não há nada melhor do que presenciar uma pessoa que se tem aversão sifudeno por causa da sua própria presunção de tentar exibir-se mostrando que sabe balançar uma cadeira, o que na verdade é uma idiotice sem precedentes, levando em conta que mesmo uma criança de colo possivelmente o faria, e sem estatelar a nádegas no chão-duro. Na verdade, isso comprova que para a pessoa ficar balançando a cadeira de um lado pro outro, ela deve sofrer de uma doença cognitiva no qual ela se acha possuir a idade de uma criança de peito, mas divago novamente.

Em último, pra mim, a situação mais humilhante e, também, a mais cagada – Em alguns casos até, LITERAMENTE.

O Espirro Atrapalhado:

Há duas situações constrangedoras que podem ser atribuídas a esse caso: tal você pode ficar todo melado de catarro ou, tal você pode ficar todo melado… DE MERDA!

NO PRIMEIRO CASO. Durante uma aula chata, vejamos, uma bem chata hummmmm… digamos, QUÍMICA, vai. Então você está no meio de uma aula de química. Seu nariz começa a irritar-se. Pelo visto a preguiçosa da tia da limpeza não limpara a sala d’aula no dia anterior. A coceira no seu nariz aumenta de um modo gradual. Você se amaldiçoa por ter esquecido os malditos lenços de papel na sua casa. Entrementes, uma força incomensurável parecia vir lá do âmago das suas entranhas. Não havia mais como segurar aquela força de dentro de você. Então, subitamente, você tem a ideia de pedir para o professor  a permissão de ir ao banheiro. Ele deixa. A força de dentro de você continua a aumentar de modo vertiginoso.  Você se vê obrigado a apertar os passos. Mas, no meio do caminho, aquela força maior parece estar dominando todo o seu peito: Ela vem esôfago adentro pronto para sair pela sua boca. Você tenta fazer um último esforço para impedir aquela energia de sair “A…A….A-ATCHIIIIMMMM”… Em vão.

E agora, lá estava você, na frente da sala: com catarro no nariz; mãos; queixo; até no cabelo, e ele continuava a cair até a sua boca. Seus colegas? seus colegas caindo na gargalhada como se não houvesse o amanhã. Triste, não!?

Mas a segunda situação constrangedora, acredite, consegue ser pior do que esta HA HA HA HA HAAAA…  ( risada diabólica)

NO SEGUNDO CASO. Você mais do que ninguém sabia que sua mãe era uma santa, porém, naquele dia, ela era uma filha da puta por ter te obrigado a ir à aula, MESMO, sabendo que você estava doente.

Uma vez na sala de aula, você se encontra numa aula chata, adivinhem? Isso mesmo, QUÍMICA, parabéns!

Durante a aula de química, você espirra uma, duas, três vezes seguidas. Chegava a sua garganta estava seca. Mas tudo estava bem: enquanto você estivesse com o papel higiênico que sua mãe te dera, não havia nada com o que se preocupar.  Porém, você se esqueceu que se a desgraça quiser se apossar da sua vida, ela assim o fará amigo!

Portanto, ao avaliar pela o acumulo de força acumulada no interior do seu peito, você chegou à óbvia conclusão que logo uma avalanche de bactérias; e por que não, coliformes fecais, exalariam da sua boca na forma de espirro. Percebendo isso, você logo se adianta a enrolar o máximo de papel higiênico em suas mãos visando conter aquela gosma verde que possivelmente assolaria TUDO o que encontrasse pela frente.

Com o rolo de papel já bem posicionado em suas mãos, era só esperar o espirro vir, para daí limpar as vossas delicadas narinas. Um instante depois, você sente um forte vento que talvez fosse capaz de destruir os barracos de uma favela do rio de janeiro, perpassando pelo seu pulmão, você arfar bem forte os peitos contraindo a barriga ao máximo, ao ponto das suas costelas parecerem uma espinha de sardinha, quando, por fim, aquele ar se desprende dos seus pulmões:

 

ATCHIMMMMM !!!! PLUF~~~~.

 

Graças à senhora do Perpeto Socorro, você conseguiu conter o catarro a tempo de evitar que ele saísse pelo seu nariz.

Porém, havia alguma coisa errada. Seus colegas de classe pareciam extasiados com alguma coisa, pois riam alucinadamente de algo. Só se escutava os berros de: “Peidorrero!”. “Seu peidão!”. “Zé do peido!”.

Quando você foi levantar-se para perguntar a um dos seus colegas o porquê daquelas chacotas, foi no instante que você acaba de perceber que sua cueca estava… MELADA.

A cagada estava feita, LITERALMENTE. A força do espirro foi tão grande, mas tão grande, que você acabara por soltar um peido que culminou com as suas cuecas numa baita freada de bicicleta; e com freios a disco.

Não havia situação mais cabível nesse momento, do que dar um fim na sua vida tomando chubinho para rato.

Era o fim da linha para um individuo estabanado.

Um minuto de silencio a essa vida, por favor. OBRIGADO.

°

*******

Na verdade, esses fenômenos citados neste post que estão acima da nossa compreensão e parecem se alegrar aos nos ver sendo enrabados, tem nome: é a lei de Newton. Isto é, se uma coisa tiver que dá errado, ela irá dar errado e foda-se!

E quando a lei de Newton recai sobre você, amigo, é só rezar para que os seus colegas se esqueçam da humilhação que você sofreu, cara.

E Mais sorte dá próxima vez ;) .

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Oiê, meus lindos tão lindos. Sabatinando o meu post anterior, vocês viram que eu fui dá um rolê em uma das matinês mais ~~hots~~ da capital paulistana, o Porto Alcobaça.

E como vocês já devem imaginar, eu me fudi.

Continuem lendo essa porra aê!

******

Inside of Porto. Logo depois de adentrarmos o recinto, por um instante, eu achei que eu acabara de morrer e me encontrava no inferno, tamanha a putcharia que os meus olhos com glaucoma presenciavam. Garotas, muito delas que nem haviam tido a sua primeira menstruação ainda, dançavam em um ritmo freneticão ao som dos mais diversos funks proibidões das favelas cariocas; que, por conveniência, foram suavizados para atender as necessidades de um público mais teen, por isso, letras que faziam apologia ao sexo e até mesmo ao crime organizado, poderiam ser tocadas até mesmo em lares evangélicos sem nenhum constrangimento.

Quanto ao estabelecimento, ele se encontrava superlotado nessa data, pois como de costume, os donos do local puseram mais pessoas do que a sua capacidade de contenção permitia, logo, era quase impossível dar dois passos sem esbarrar em alguém e dar um encoxão bem apertado em uma nádegas, que por via, poderia ser tanto de uma mulher quanto de um homem, mas como as luzes eram baixas mesmo, a cara era desfrutar desse prazer momentâneo sem maiores objeções – só era meio foda quando a nádegas encoxada era sua. Mazenfim…- .

O desespero deste que vos fala. Meus colegas, que já haviam ido bem mais de uma vez ao Porto, tinham bem mais desenvoltura para se portar nesse ambiente do que eu, apenas um novato. Logo nos primeiros instantes de balada: eles dançavam, cumprimentavam qualquer garota que ousasse cruzar o caminho deles, e se engalfinhavam com elas; enquanto eu, apenas os observa e tentava repetir os seus passos. No começo, eu até obtinha êxito, porém, quando os meus colegas começaram, o que na gíria da malandragem chama-se CATAR AS MINAS,  sem ao menos dirigirem-nas uma palavra se quer e chegando já no beijo, o bagui começou a ficar complicado para o meu lado. Eu rapaz tímido, criado à vitamina com leite com pêra, que tinha vivido boa parte da infância com a avó, quase me abato com o fato deu não possuir o menor traquejo para lhe dar com o sexo oposto daquela mesmíssima maneira. Sabendo que não iria me adiantar em nada ficar só ali parado com a minha cara de nádegas, então… Então, eu decido agir; e vou no banheiro.

Uma vez no banheiro, eu faço um gargarejo e me olho no espelho, mas a imagem que eu via só me desanimava ainda mais, então, quando as esperanças pareciam perdidas, eu tenho uma brilhante ideia…

Dentro do porto havia um corredorzinho alcunhado de cantinho da sacanagem. Como você já possa imaginar, a alcunha se deu por aquele ser um lugar extremamente fácil de se catar muié e tocar a putcharia geral. Fora para esse lugar que o meu pressentimento mandou eu ir. E para lá que eu fui.

Plish Splash Poof fez o beijo que eu lhe dei. Uma vez no lugar que a minha consciência mandara eu ir, fiquei encostado com os braços no balcão que vendia bebidas e apoiado com um dos pé na parade, só observando os meus colegas pegarem as mais diversas cocótas apenas segurando-as pelas mãos e subjugando-as pela força, lembrando em muito uma “sena” – segundo a sasha – de estrupo. Eu com medo de adotar aquele mesmo tipo de comportamento e tomar um tapaço na cara ou, até mesmo ser subjugado pela força de uma menina, fico apenas na minha esperando o momento mais propício para agir. Eis quando eu tenho a mais que excelente ideia de comprar um Red Bull, para dar aquele PLUS a MAIS na hora de abordar uma salfadenha em potencial, néam.

Porém, segundos, minutos, e talvez horas se passaram – sei lá tava sem relógio – sem eu dar o menor vestígio de bote. Até mesmo o meu Red Bull tinha acabado. Como eu já não tinha mais dinheiro em meus bolsos, e sabia que ter uma latinha de Red Bull poderia ser imprescindível na minha missão de trocar salivas com uma garota, me rebaixo ao extremo e faço a predreiragem de encher a latinha vazia com água, pasmem: do banheiro. Após eu  estar com a latinha devidamente enchida, volto a minha posição de acasalamento – com os braços apoiados no balcão – todo sexy, sensual, fazendo carão, e me achando o Tom Cruise em pessoa. Porém, a julgar pela expressão das garotas que me fitavam, eu tava mais parecendo o ….

GARY COLEMAN, VULGO ARNOLD!

No momento em que as esperanças de sair do zero a zero pareciam cada vez mais remotas, eu vi uma cena que revigorou todo o meu ânimo, mas também, não é de menos, pois…

Eu vi o Pio, um mulhequinho, um verme, um fedelho, duvideodó que ele já tinha ao menos pentelhos no saco, beijando calorosamente uma vadiazinha. Isso foi um chute certeiro bem no meio do meu saco. Todavia, eu percebi uma energia emanando dentro de mim, que chega eu senti que seria capaz de me transformar em supersayadin 3 se eu assim desejasse. Então, eu fiquei decidido em pegar a primeira mina que adentrasse o meu campo de visão – que não é lá muito grande, pois tenho glaucoma – , eis quando uma pobre desgraçada é mirada por mim. Ela era magra; parecia uma vara de tocar gado,  baixa, seu rosto era até, digamos, beijável, só que a garota não devia ter mais de 13 anos e, eu, tava com 17 na época. Enquanto eu ai me dirigindo LENTAMENTE até aquela pobre coitada que não imaginava a desgraça que estava preste a recair sobre a vida dela, eu senti a minha consciência altercando dentro de mim:

– Você, não pode catar uma mina nova dessas. Ela não deve nem menstruar ainda – disse o lado bom da minha consciências.

– Vai, lá predador. Chega arrepiando nessa guria. Mete logo a linguana na boca dela, sem mais. Não liga presse perdedor, não. Ele é virgem ainda – retrucou o lado mal da miha consciências.

– Isso é errado!

Repentinamente o lado mal da minha consciência deu um tiro de bazuca no lado bom, acabando com a discussão.

E quando eu me dei por mim, eu já estava cara a cara com a garota.

Sem maiores preâmbulos eu já fui logo dizendo, “Nássa, tu és tão linda. Eaê, rola ou não rola, gatchenhã?” Dito isso, eujá fui encaminhando a minha boca n’ boca dela.

Ela, foi desviando a cabeça pro lado, em um movimento categórico de migué. Então eu que estava fazendo academia na época, utilizei toda a  minha força para tentar sobrepujar a garota, quando, por fim, consegui superar as barreiras da boca dela. No início ela estava meio relutante em aceitar as tênues caricias do meu beijo, mas logo ela tava chiando tal como uma gata no cíl.

E enquanto eu beijava a pobre infeliz,  eu esperava que a qualquer momento a polícia federal saísse das janelas, dos balcões de bebidas,  por dentro da pista de dança; alguns me imobilizando, enquanto outros decretando: “ Você esta detido sobre a acusação de aliciamento de menores.”!

Após esse incidente eu fiquei ligeirão para abater a minhas presas futuras. E no final da balada, eu cataria mais duas garotas – o que é MUIIIIITO pouco – com um pouco menos de drama.

Enfim, depois de termo tocado o putcheiro geral – incluído até mesmo uma performance de Y.M.C.A – eu, e os meus amiguenhõs resolvemos zapar para OUR HOUSE . Entretanto, a viagem de volta ainda me renderia o último capítulo dessa post….

A ida; nostalgia, e uma pitadinha de vadiagem. Depois de apressarmos o Brunão que AINDA estava pegando aquela mesma menina do começo do post – sim, aquela mesma que ele furô os zolhos do mano Biô-, nós no enveredamos para o caminho do ponto de ônibus.

Andando rápido e cautelosamente sobre as ruas cujo índice de assalto n’aquela região era altíssimo, chegamos por fim ao nosso objetivo. Esperamos pelo busão por cerca de 1 hora – São Paulo é caótica mermo –

Uma vez dentro do ônibus, eu, e me arrisco a dizer que os meus amiguênhõs também, só estavam com vontade de descansar e, quiçá, dormir e ter belos sonhos todos com conotação sexual.

Porém, fim de balada vocês sabem, néam!? Sempre têm aqueles neguim que não se conformam em ter ficado cerca de sete horas no clube, e sentem o prazer mórbido de fazer vadiagem também na volta para casa, no ônibus.

E por um infortúnio, um grupinho desses desordeiros pegou o mesmo busão do que a gente. Eles começaram a fazer uma balburdia tão grande dentro veículo, que dá até pra fazer uma alusão com as vuvuzelas na copa do mundo: Gritavam, esperneavam, e cantavam vários fanquis provenientes das favelas cariocas.

Eu incomensuravelmente muito PUTO com isso, instigo os meus colegas para cantar músicas antigas – aquelas de comercial de antena parabólica, skas!?-, a fim de frustrarmos o grupo desordeiro rival. Segundos depois, eu começo a puxar o coro para vou de táxi, dá excelentíssima Angélica. Magina, o barulhor ensurdecedor de dez marmanjos todos pré saídos da puberdade cantando essa porra de música. Eu sei é melhor não imaginar, néam.

Vix, mas o barulho ficou pior ainda, pois em vez de o grupo-desordeiro-rival ter ficado acometido com a nossa cantoria, eles pelo um gesto de uma majestosa filhadaputice, uniram-se a nós para entoar canções do início da idade média.

Por fim, voltamos para casa todos nós: eu, os meus amigos, e o grupo-desordeiro-rival, tirando músicas do fundo do baú, numa setlist que continha de José rico até o maestro Tom Jobim. Só deu pena dos demais passageiros, mi mi mi ‘-‘.

Annnnddd assim, eu terminei mais uma das minhas totalmente excelentes, Desventuras. Xoxo.

Que a força esteja com aqueles que comentarem esse post.

FIM.

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Amiguênhos, primeiramente, gostaria de ressaltar como é bom tê-los novamente LENDO mais uma das minhas obras primas literárias.

Nesta, falaremos de um grande ‘boom’ que está abalando este Estado que lembra em muito o continente africano – mapamente falando –: o nosso Brasil guarãnil.

Peguem vossas chapinhas, apertem vossas bolas vestindo calça skinny (color, de preferência) e coloquem os ‘cêdês’ do “Ó Luan Santana” para tocar, que vai começar:

O REBOLATION-TION, O REBOLATION-TION...

COLORIDOS: Antes deu começar a escarafunchar os hábitos desses seres tão famigerados, analisemos este vídeo:

Fica expresso, claramente, categoricamente, absolutamente, irrefutavelmente, que esta ‘Individula’ é acéfala. Traduzindo para os acéfalos que LÊEM este texto: não possui CEREBELO. É aquela típica pessoa que vive no mundo dos telletubies. E pior: acha que não tem nada de errado com isso, ‘ó GOSH’!

Percebemos, logo nos primeiros instantes de video, que ela está dominada por uma droga muito, mais MTMTMTMTMT, mais letal do que o CRACK: O RESTART.

Ela esta tão dominada por esta droga, que acaba dizendo coisas sem nexo, como: ‘PELANZA, PELANZA… O PELANZA É UM GATINHO’. Que pessoa em sã consciência balbuciaria uma BESTEIRA desta, âm ?

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O ministério do PFDS adverte: DORGAS FAZEM MAL PARA SAÚDE.

***** Eu espero que após vocês virem esta cena tão CHOCRÍVEL, vocês nunca mais cogitem a idéia de se DORGAREM *****

NEW SERTAJENO: É uma figura que está tão pop quanto os COLORIDOS, porém, não menos execrável.

Suas letras tentam fazer meio que uma mistura de amor com tragédia. Vejam no quadro abaixo:

Na verdade, o nome Sertanejo universitário cairia MUITO MELHOR de BOM para definir o NEWsertanejo. Uma vez que lembram outra modinha de mais ou menos um decênio atrás. Deixe-me apertar o F5 de vossas mentes: O FORRO UNIVERSIÔTÁRIO.

Ambos os dois, igualmente, viraram uma modinha e provavelmente daquê  amazômênos uma década, todos desaparecerão do cenário musical e gastarão fortunas no psiquiatra; por causa da vergonha que estão sentido deles mesmos por terem sido TÃO constrangedores quando eram mais jovens.

*este lance do psiquiatra também vale pros coloridos.

Poizé… Esses ídolos durarão tão pouco, quanto o tempo que um cara com ejaculação precoce passa fazendo ‘SÉCÇO’.

E a última e certamente a mais contestada pelas pessoas que possuem QI acima de 15, foi ideia da Revista para meninas e homossexuais (aqui ninguém tem preconceito) “CARRAPICHO’.

COLÍRIOS: O infeliz que teve a ideia de lançar os colírios deveria ganhar uma viagem só de ida pra #PUTAQUEPARIL.

Eles acabaram conosco, usuários normais do twitter. Eles roubaram todas as nossas seguidoras com tweets dignos de uma ameba. Sem contar aquela PUTICE de indicação que impregnam nossas homes: ‘sigam meu amigo G-A-T-O que já saiu na revista gay #CH. Sigo quem seguir’. Porque você não dá a bunda também pra quem seguir, AM!? Quer baitolagem maior do que chamar uma pessoa do mesmo sexo (pelo menos em tese) de GATO?

É amigos da rede glóbulos de ‘têvêlizão’, pensar que tudo isso aconteceu porque um homossexual ÍMPIO aproveitou o ENSEJO de realizar os seus desejos VISCERAIS contidos de fotografar vários aspirantes a Justin Bieber fazendo poses de revista masculina.

E outra, essa eclosão dos colírios só fez os adolescente que estavam indecisos sobre sua sexualidade saírem do armário.

Pois quando eles não pararam de olhar aqueles projetos de JusTEN Bieber, não tiveram dúvida:

EU PRECIIIIIIISO DE UM COMPANHEIRO!!!

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Agora proponho a todos a uma reflexão: O que os Coloridos, Os Colírios e o Luan Santana têm em comum?

HUM… FICA QUIETO!!!

Essa foto é só pra ajudar na reflexão -q

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Eu pressuponho que todo mundo, ao menos uma vez na vida, tenha se deparado com aquele tipo de sujeito que gosta de aumentar às histórias – para não falar mentir – aqueles indivíduos que, se falam OI para uma mina: dizem que trocaram MOW ideia; se dão um beijo no rosto da mina: dizem que a cataram; e se catam a mina, ENTÃO: dizem que praticaram todo o kama-sutra com ela, e com a família dela, TAMBÉM!

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Esse tipo de cidadão é o que eu gosto de chamar DE…

ZÉ ROÉLA!  – sim, com O q –

°

O Zé Roéla não se contenta em simplesmente relatar os fatos para os seus interlocutores: ele TEM que demonstrar que ele é o CARA, que ele é FODELÃO, que ele é o GIRAYA da história. E, para tal, ele usa o artifício da “:MENTIRINHA INOCENTE” Aquela mesma técnica usada pela cobra para seduzir a égua da Eva, que, diga-se de passagem, é a culpada por Jesus ter morrido crucificado, mazenfim… O Zé roéla, gosta de tirar vantagem das outras pessoas, com coisas que ele se quer fez no jogo The Sims, tampouco na sua vidinha monótona e tão desprezível quanto apostar corrida com um aleijado e se gabar por ter vencido.

Eu, como boa parte da sociedade, já convivi com esse tipo de ser. O nome do infeliz em questão, atendia pela alcunha de Dedé.  Eu o conheci durante a minha passagem pela empresa ADP; uma multinacional norte americana do segmento da tecnologia da informação, no qual eu atuei como menor aprendiz  por cerca de dois anos e…

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**** Que porra!!! Estou divagando. Vamos voltar a falar do Dedé, cacete ***

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O Dedé era meu co-worker nessa empresa. Ele trabalhava na logística administrativa. Sempre que o a acaso me levava até aquele setor, para o meu total desalento, eu tinha que ter relacionamentos sociais com o Dedé. E nesses relacionamentos, ele sempre me contava suas lorotas histórias, no qual na maioria das vezes, terminavam com ele despindo uma novinha.

Talvez por essas histórias serem tão inverossímeis, eu me recordo de várias delas.

Vou citar pra vocês às que me pareceram mais mentirosas incríveis.

A coroa no balcão. Segundo o Zé Roéla do Dedé, uma vez, uma coroa; daquelas dos filmes mature do red tube, loira, com o cabelo channel, e um corpo voluptuoso pra cacete, parou defronte do local de receber mercadorias. Quando o Dedé perguntou para moça o quê ela queria, a moça em questão teria olhado pra ele, posto o dedo na boca, e falado com uma voz sedutora: “me coma, plzzzzz”…

Ele narrou a história dessa mesmíssima maneira que eu expus a vocês, caros leitores, sem tirar nem por, e sem ao menos ruborizar as bochechas.

Depois disso, o Dedé teria levado a coroa voluptuosa para detrás de um galpão, e sentado a lenha na suposta vagabunda.

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Outra história impressionante, e não menos questionável foi…

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A novinha do funk. Dedé era o estereótipo do playboy filhinho de papai, que tem um pitbull, e imita o que ele faz. Trabalhava apenas para ter experiência no currículo dele. Uma prova disso, era sua moto – uma R1 – que fora presente de seu pai. Talvez, isso amenize um bocado a fodacidade que dedé possuía na narrações dele. Fodacidade essa, que foi demonstrada quando o nosso personagem, Dedé, resolve pegar a sua motoca, em sua costumeira rotina de andar pelos bairros periféricos de São Paulo a fim de arrumar uma transa rápida e sem pagar nada, senão a gasolina de sua moto. Uma vez, ao praticar esse ritual, ele se deparou com uma novinha: uma típica “Nymph”, ou ninfeta; dessas de levar qualquer homem HÉTERO à perdição, tomando banho de laje – sim banho de laje! Lembrem-se que a o local da narração passa-se na periferia Q –

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Ao avistá-la, Dedé dá uma acelerada seca em sua R1 para que a novinha sentisse toda a sua potencia de sedução. Não poderia haver cantada melhor do que esta para a ninfetinha, que  logo se viu convidando Dedé para adentrar o seu recinto, e, assim, entrarem em um mundo de perdição INIMAGINÁVEL, awwwwwwwwwnnnnnnnnn…

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** Nesse exato momento, muitos divocês não devem estar achando incrível essa história que eu acabei de descrever. Aliás, o cara tinha uma R1, com uma moto dessas até um pobre coitado desprovido de beleza pode conseguir esse feito. **

DI R1? ATÉ EU!

°

Sim meus queridos tão queridos, de fato não seria uma fato para gabar-se, excetuando que na narrativa de dedê, eles aconteceram, pasmem: às sete horas da manhã.

PORRA, como pode!? Nem tem sol às 7 horas da manhã, então como ele viu a mina tomando sol a uma hora dessas, ãm?

Isso que fodia no Dedé. Talvez as historias que ele contava, nem fossem de todo mentirosas, porém, ele aumentava-as de modo surpreendente.

Lembro-me bem de quando ele falava que dava uma rapidinha antes de vir trabalhar, tipo: Ele acordava, tomava café, saia pra trabalhar; ligava a moto, saia da garagem, via uma vizinha na varanda, dava bom dia, e um segundo depois já estava empesteado com cheiro de látex por comer essa mesma vizinha. Quer coisa mais foda que isso!?

Se ao menos, toda essa fodice do Edelson ( Dedé) ficasse apenas nos seus relatos insólitos, tudo bem, mas, ele gostava de se gabar para às outras pessoas; nós, reles mortais.  Em certa ocasião, ele me disse que quando eu chegasse na idade dele, eu não teria comido metade das minas que ele deflorou.

“É claro. Também eu não tenho uma R1… E nem sei mentir tão bem D:”, eu pensei após a insinuação dele.

O Dedé só é mais um personagem fruto da sociedade brasileinhã, que acaba sustentando esse tipo de INDIVIDULO, Por não decretar prisão de morte ( hum, prisão de morte oO!? Eu quis dizer PENA DE MORTE Q) , a esse tipo de comportamento.

Eu sei que todos vocês estão sentido empatia com a minha causa, pois ao certo, vocês também já se depararam com seres tão famigerados, tipo: aquele amiguinho seu que estava se masturbando e disse que teve uma relação sexual; com aquela menina que diz que nunca se masturbou na vida, ou até mesmo com aquele cara de pau que insiste em dizer que a vó dele é virgem, não é verdade!?

São por essas e outra razões, que eu os convido a participar do movimento: NÃO AO ZÉ ROÉLAS! VOCÊ NÃO PRECISA MENTIR PARA SER ACEITO NA SOCIDADE; a não ser que você seja um completo loser igual ao amigo de VOCÊS: Dedé, o homem que faz sexo antes do café da manhã.

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Após muita vadiagem pelo parque, e estarmos completamente em estado de letargia depois de consumir muitos entorpecentes, tais como:

Coca-cola sem gelo, água da torneira, e Doritos mole… Enfim chegara a hora de nos despedirmos do InterColegge.

Com tal pensamento em mente, resolvemos reunir a cambada de vagabundos que tinha ido conosco, a fim de voltarmos para nossas respectivas casólas.

Entretanto, para nossa frustração, faltava um filha da puta amiguinho nosso que tinha se separado do  grupo para tentar pegar uma vagabunda no qual ele estava dando ideia.  Eu completamente insensível ao fato de que ele poderia se perder, ser violentado, ou até mesmo trombar com um fã de Justin Bieber na rua, sugeri que fossemos sem esse desgramado. Para o meu jubilo, recebi respostas positivas a essa minha hipótese, no entanto um ‘amigo’ nosso alertou-nos que o William – o desgramado  que se extraviou de nós – deixara as suas coisas; na qual incluíam dinheiro, roupas, e os demais pertences dele, com outro coleguinha da gente.

Isso foi o cu, do vai tomar no cu, para o meu ânimo.

Entrementes, para o nosso total desespero, ainda estavam ocorrendo diversos arrastões, o que ocasionava a simultâneas rebeliões, o que me levava a borrar as calças.

Ao me ver nessas totais adversidades, pensei eu em voz alta “e agora quem poderá me ajudar?”

Sem presumir que o chapolin colorado viesse ao nosso resgate, sugeri que fossemos procurar por William.

Então, lá fomos nós: Andávamos, caminhávamos e peregrinávamos, mas nada de encontrarmos o desgraçado que nos colocou nessa situação. E a cada minuto que passava, os meliantes começavam a ficar mais impiedosos pelo parque, destruindo a TUDO e a TODOS.

Após muitas tentativas de nos depararmos com o Will, eis que tomamos a decisão mais sensata no momento: Esperar pelo William na saída do parque.

Nesse tempo vimos pessoas sendo mutiladas por socos e chutes ao reagirem a ‘furtos’. Esses fatos só fizeram a minha cueca ficar cada vez mais pesada.

Passados cerca de meia hora que estávamos feito o cristo redentor esperando inocuamente pelo William, decidimos que estava na hora de procurá-lo novamente.  Foi quando finalmente o encontramos no maior LOVE com a menininha que ele estava tentado catar durante todo passeio.

Isso foi o suficiente para eu amaldiçoar até a 35903235221° geração dele.

Após termos resolvido esse impasse, por fim tentamos voltar para as nossas mamães, em nossas casas quentinhas e sem perigo.

**** Porém, ainda MUITO terror estaria por vir… E percebam vocês quantas ‘fases’ tivemos que transpor, até chegarmos em segurança à nossas casas! *****

Já fora do parque, eu e meus amigos fomos seguindo a multidão tal como fosse uma procissão, a fim de chegarmos até estação de metro. Foi quando subitamente o Brunão parou, pois a mão no meu peito, e balbuciou: “ Veeeeejam”

Então, vimos: Não um, tampouco dois, mas sim 3 negões de fazer inveja ao Shaquille o’ Neal

EAI, VAI ENCARAR?

…. Cada um com 3 pedaços de pau em suas patas.

Usando toda nossas habilidades que aprendemos brincando de policia e ladrão, conseguimos nos esconder dos larápios atrás de um carro.

PRIMEIRA FASE COMPLETE!!!

Passado essa fase, nos mantemos a andar, e mais uma vez deparamo-nos cara a cara com a morte.

Desta vez, presenciamos um grupo de desordeiros preparando-se para acabar com a raça de outro grupo mais desordeiro ainda, e, também, à raça de qualquer um que ousasse passar por aquele local.

Eles estavam pedindo paras as garotas, que tinham vindo com eles, se encostarem ao muro. Percebendo essa oportunidade, eu novamente utilizo as minhas técnicas de Magaiver para guiar o meu grupo perto do muro junto com as garotas. Talvez por nossa tamanha semelhança com o sexo feminino, não fomos notados pelo os mal feitores.

SEGUNDA FASE COMPLETE

Já na estação, só faltava entrarmos no trem, para daí sim; chegarmos são e salvos até a nossa casinha.

Fácil? DIFÍCIL. Porque novamente avistamos perigo iminente. No mesmo dia do evento Intercollege, havia o clássico de São Paulo: Cocô-rinthias e São Pau-lo. Então, no exato momento que o pessoal do Intercollege voltava para cara, os favelados das torcidas organizadas também voltavam.

O pior foi inevitável, um Zé bostola decidiu ‘interagir’ com um Bambi (são paulino) que já estava P-U-T-O por ter perdido o jogo, dizendo:

“CHUUUUUUUUUUUUUUPAAAAAAA BAMMMMMMMMMMMMBIIII”

Foi o suficiente para começar um quebra pau que, indiretamente, me and my friends estávamos envolvidos.

Novamente a situação nos exigiu toda a nossa perspicácia ningística para escaparmos.

Quando fugimos um pouco da balbúrdia, e finalmente chegamos à catraca para desembacar no trem, eis que o Ari comete umas das maiores filhasdaputice da história da via láctea: Esquecer o bilhete único em casa!

Senti vontade de decapitar o Ari com uma faca cega de cozinha… Mas relevei a ‘pretice’ dele.

One more time, lá fomos nós voltarmos ao frenesi, again. Entre empurrões, e arrastões , a saída… é fazer, valer a pena. – desculpe-me. Mas não resisti à tentação Y_Y ! – Tentamos recarregar o bilhete do Ari.

Para tal, bolamos uma verdadeira força tarefa: Enquanto um ficava na fila, outro dava cobertura, e os demais ficavam na espreita de vigília. Cada segundo; cada minuto; que o Ari gastava na fila, a expressão ‘ficar com o cúzinho na mão’ parecia mais literal pra mim. Quando o meu ânus não tinha mais para aonde ir, foi quando o Ari finalmente apareceu com o seu bilhete único devidamente recarregado.

É claro que eu dei um pescotapa nele por tamanha demora.

Após essas conjunturas de eventos, finalmente pegamos o trem que nos levaria para casa.

Neste exato momento, como em Resident Evil, só faltavam os créditos subir para a nossa aventura estar encerrada.

GAME OVER!!!

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Cri, cri… Cri, cri… Fez-se um silêncio sepulcral quando eu indaguei os meus coleguinhas de colégio sobre qual seria a nossa próxima jornada; nossa próxima desventura; nosso próximo rolê.

Eis quando um anjo (ou demônio) nos aparece com uma saída para o nosso tédio, ele mostra-nos um fly a respeito de uns dos eventos mais badalados no mundo dos sacanageros de plantão: o InterCollege no Playcenter.

EU ESTAVA LÁ, MAMÍFEROS!!!

Eu até já poderia entrever como seria tal rolê: muita prostituição, música eletrônica, e garotas que são mais fáceis de pegar do que AIDS. Tudo parecia ser perfeito. ‘Não há como não se divertir em um lugar com tantos atrativos assim’, penso eu em um ato introspectivo.

Mas mal eu imaginara que como em toda boa droga, o prazer só viria com um pouco de sofrimento. E dessa vez não fora diferente…

Todos os preparativos para ir nesse PUTA rolê estavam prontos:

Comida até o talo na mochila, toalha para secar o suor, roupas sobressalentes, e o mods dos homens: o desodorante 24 horas!

Com tudo no conformes, fui encontrar-me com o meu conluio do mal para irmos ao badalado evento.

Ao caminho do Playcenter foi tudo MARA: mow zoeira; mow esculiambação; mow fanfarrice, e eu até insinuei o meu corpo esbelto – digno de fazer o seu madruga parecer saudável – vestindo uma camisa REGATA com o ônibus em movimento, nesse meu ato lascivo consegui tirar suspiros de umas velhas que estavam sentadas no banco dos idosos, e também de alguns torcedores do São Paulo.

Entretanto, ao chegarmos à estação de trem a caminho do Playcenter, notamos uma grande conglomeração de filhasdaputa se dirigindo ao mesmo destino que nós. Pelo visto todos os jovens tiveram a mesma ideia de tentar contrair AIDS via Intercollege, e para o meu total desalento a maioria deles pareciam ter o mesmo sexo que o meu, ou seja, o sexo MASCULINO – para quem ainda tiver dúvida u_u –.

Ao observar essa cena deplorável para alguém que foi programado para procriar, me arrependi amargamente de ter ido sem cueca. Mas isso não vem ao caso. O que vem ao caso é que logo que chegamos às redondezas que circundam o parque presenciamos um arrastão. A torcida do cúrintias tinha comparecido em massa ao InterColegge pelo que parecia.

Eu e meus amigos fomos nos desvencilhando sorrateiramente daquele enorme frenesi… e, então, para nossa sorte escapamos daquela balbúrdia.

Porém, bem na entrada do parque, presenciamos um Playboy ser medonhamente espancado ao resistir à investida de alguns marginais de roubarem o boné dele, e tudo isso na frente de sua namorada. Esta cena tirou todo meu ímpeto de andar nos brinquedos e me prostituir freneticamente: – ‘MAS FODA-SE, NÃO FOI COMIGO MESMO.’ Me recompus e voltei minhas intenções unicamente ao rolê que só estava apenas nas preliminares.

No momento que finalmente adentramos o parque, vimos um muleque digno de pena vomitando até suas últimas entranhas, e neste exato instante pude visualizar a placa:

WELCOME TO THE INTERCOLLEGE, BABY!

A diversão estava só começando, manolos!

Dentro do parque tudo foi normal, senão pelo fato do meu colega ter catado uma mina com a ideia mais idiota EVER:

– SEU PAI É PADEIRO ?

– NÃO, POR QUE?

– PORQUE VC É UM SONHO!

PUTAQUEOPARIL!!! Fiquei muito revolt’s, e com pena da mina, ao ver que essa cantada tinha dado certo.

Excetuando esse fato insólito, a excursão parecera perfeita pra mim. ‘Pórem’, até o momento de irmos embora…

É aqui que a história começa ficar mais tensa!!!

TO BE CONTINUED…

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Assinale o bordão que você mais se identificar:

‘Eu lhe matarei’, Hadoken! – “olha o cara ai”, shorueken!

Eu elevarei meu cosmo até alcançar o sexto sentido Q’

“Aumentarei meu Ki ao máximo para me tornar um super sayadin… 8”

“Para virar hokage, preciso ter mais chakra que o sasuke, tô certo”


Bem, se você assinalou alguma das três últimas opções, tu apresentas uma forte propensão de agasalhar um croquete.

KRAS, de longe o SF (Street Fighter) é o anime mais fodástico!

Agora perguntem-me o porquê que eu lhes mostro o motivo ; ) :

  • Cavaleiros dos Zodíacos

Hmmmmm VIADOS!!!

Mais lembra um filme do ROCK. Eles apanham, apanham, apanham, e depois acabam vencendo no final. É sempre assim. Nunca muda!

Outro fato importante para este não ser eleito o anime mais Duqueralho por mim, é por causa do presságio que eles fazem toda vez antes de começar o embate. Falam de toda a trajetória de vida deles; desde que eram um espermatozóide, para só depois partirem para  à agressão física, tipo:

– ‘Eu sou ascendente de Afrodite, a Deusa do amor” . Tenho o poder de jogar folhas venenosas no seu rabo até você sangrar e morrer; ou se apaixonar por mim. Hahaha… Sou mau!’

A…….vá! Mete a porra da flor no cu do cara logo. Parece que eles não sabem que após anunciar o próximo golpe, o adversário vai ficar ligeirão pra bloqueá-lo Q ( aprendi isso com o mestre FYODA u_u) . Por isso, que o Seiya sempre ganhava: Ele tava lá quase morrendo de hemorragia, em vez dos inimigos darem o ataque final logo nele, não… preferem contar-lhe o final da novela das ‘oito’ q .

Tô tão P-U-T-O que vou passar pro próximo…

  • Dragon Ball Z

É aquela mesma putice de conversar mais do que agir.

PORRA, lá naquele episódio que o Goku luta com o Majin Vedita, eu quase morri de AIDS (alto índice de suspense) esperando que os bródis saíssem logo na porrada.

E ainda, quando finalmente resolveram sair das preliminares, ficaram dando joelhado um no joelho do outro (até parecia ‘sala me min gue’ só que com os joelhos). Foi A CENA mais broxante que eu presenciei do planeta Z. Depois disso, nunca mais senti prazer sexual ao assistir Dragon Ball Zê.

  • Naruto

Em busca do chakra perfeito. Só se vê cenas dos caras querendo aumentar este tal de chakra. Será que eles não sabem que para tal é só comprar potensil ? No anime do Naru-tô as falas durante o ação são decorrentes também:

– ‘Eu sou paraguaio e vim para matar, Diz naruto’ .

– Para que? Diz Sasuke.

–  PARA-GUAIO, CARALEO! Concluiu Naruto.

Veem, onde está a ação nesta cena? Até seria cômica se não fosse uma piada sem graça.

  • Street Fighter

(mais…)

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