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Archive for the ‘It’s my life’ Category

Oiê, meus lindos tão lindos. Sabatinando o meu post anterior, vocês viram que eu fui dá um rolê em uma das matinês mais ~~hots~~ da capital paulistana, o Porto Alcobaça.

E como vocês já devem imaginar, eu me fudi.

Continuem lendo essa porra aê!

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Inside of Porto. Logo depois de adentrarmos o recinto, por um instante, eu achei que eu acabara de morrer e me encontrava no inferno, tamanha a putcharia que os meus olhos com glaucoma presenciavam. Garotas, muito delas que nem haviam tido a sua primeira menstruação ainda, dançavam em um ritmo freneticão ao som dos mais diversos funks proibidões das favelas cariocas; que, por conveniência, foram suavizados para atender as necessidades de um público mais teen, por isso, letras que faziam apologia ao sexo e até mesmo ao crime organizado, poderiam ser tocadas até mesmo em lares evangélicos sem nenhum constrangimento.

Quanto ao estabelecimento, ele se encontrava superlotado nessa data, pois como de costume, os donos do local puseram mais pessoas do que a sua capacidade de contenção permitia, logo, era quase impossível dar dois passos sem esbarrar em alguém e dar um encoxão bem apertado em uma nádegas, que por via, poderia ser tanto de uma mulher quanto de um homem, mas como as luzes eram baixas mesmo, a cara era desfrutar desse prazer momentâneo sem maiores objeções – só era meio foda quando a nádegas encoxada era sua. Mazenfim…- .

O desespero deste que vos fala. Meus colegas, que já haviam ido bem mais de uma vez ao Porto, tinham bem mais desenvoltura para se portar nesse ambiente do que eu, apenas um novato. Logo nos primeiros instantes de balada: eles dançavam, cumprimentavam qualquer garota que ousasse cruzar o caminho deles, e se engalfinhavam com elas; enquanto eu, apenas os observa e tentava repetir os seus passos. No começo, eu até obtinha êxito, porém, quando os meus colegas começaram, o que na gíria da malandragem chama-se CATAR AS MINAS,  sem ao menos dirigirem-nas uma palavra se quer e chegando já no beijo, o bagui começou a ficar complicado para o meu lado. Eu rapaz tímido, criado à vitamina com leite com pêra, que tinha vivido boa parte da infância com a avó, quase me abato com o fato deu não possuir o menor traquejo para lhe dar com o sexo oposto daquela mesmíssima maneira. Sabendo que não iria me adiantar em nada ficar só ali parado com a minha cara de nádegas, então… Então, eu decido agir; e vou no banheiro.

Uma vez no banheiro, eu faço um gargarejo e me olho no espelho, mas a imagem que eu via só me desanimava ainda mais, então, quando as esperanças pareciam perdidas, eu tenho uma brilhante ideia…

Dentro do porto havia um corredorzinho alcunhado de cantinho da sacanagem. Como você já possa imaginar, a alcunha se deu por aquele ser um lugar extremamente fácil de se catar muié e tocar a putcharia geral. Fora para esse lugar que o meu pressentimento mandou eu ir. E para lá que eu fui.

Plish Splash Poof fez o beijo que eu lhe dei. Uma vez no lugar que a minha consciência mandara eu ir, fiquei encostado com os braços no balcão que vendia bebidas e apoiado com um dos pé na parade, só observando os meus colegas pegarem as mais diversas cocótas apenas segurando-as pelas mãos e subjugando-as pela força, lembrando em muito uma “sena” – segundo a sasha – de estrupo. Eu com medo de adotar aquele mesmo tipo de comportamento e tomar um tapaço na cara ou, até mesmo ser subjugado pela força de uma menina, fico apenas na minha esperando o momento mais propício para agir. Eis quando eu tenho a mais que excelente ideia de comprar um Red Bull, para dar aquele PLUS a MAIS na hora de abordar uma salfadenha em potencial, néam.

Porém, segundos, minutos, e talvez horas se passaram – sei lá tava sem relógio – sem eu dar o menor vestígio de bote. Até mesmo o meu Red Bull tinha acabado. Como eu já não tinha mais dinheiro em meus bolsos, e sabia que ter uma latinha de Red Bull poderia ser imprescindível na minha missão de trocar salivas com uma garota, me rebaixo ao extremo e faço a predreiragem de encher a latinha vazia com água, pasmem: do banheiro. Após eu  estar com a latinha devidamente enchida, volto a minha posição de acasalamento – com os braços apoiados no balcão – todo sexy, sensual, fazendo carão, e me achando o Tom Cruise em pessoa. Porém, a julgar pela expressão das garotas que me fitavam, eu tava mais parecendo o ….

GARY COLEMAN, VULGO ARNOLD!

No momento em que as esperanças de sair do zero a zero pareciam cada vez mais remotas, eu vi uma cena que revigorou todo o meu ânimo, mas também, não é de menos, pois…

Eu vi o Pio, um mulhequinho, um verme, um fedelho, duvideodó que ele já tinha ao menos pentelhos no saco, beijando calorosamente uma vadiazinha. Isso foi um chute certeiro bem no meio do meu saco. Todavia, eu percebi uma energia emanando dentro de mim, que chega eu senti que seria capaz de me transformar em supersayadin 3 se eu assim desejasse. Então, eu fiquei decidido em pegar a primeira mina que adentrasse o meu campo de visão – que não é lá muito grande, pois tenho glaucoma – , eis quando uma pobre desgraçada é mirada por mim. Ela era magra; parecia uma vara de tocar gado,  baixa, seu rosto era até, digamos, beijável, só que a garota não devia ter mais de 13 anos e, eu, tava com 17 na época. Enquanto eu ai me dirigindo LENTAMENTE até aquela pobre coitada que não imaginava a desgraça que estava preste a recair sobre a vida dela, eu senti a minha consciência altercando dentro de mim:

– Você, não pode catar uma mina nova dessas. Ela não deve nem menstruar ainda – disse o lado bom da minha consciências.

– Vai, lá predador. Chega arrepiando nessa guria. Mete logo a linguana na boca dela, sem mais. Não liga presse perdedor, não. Ele é virgem ainda – retrucou o lado mal da miha consciências.

– Isso é errado!

Repentinamente o lado mal da minha consciência deu um tiro de bazuca no lado bom, acabando com a discussão.

E quando eu me dei por mim, eu já estava cara a cara com a garota.

Sem maiores preâmbulos eu já fui logo dizendo, “Nássa, tu és tão linda. Eaê, rola ou não rola, gatchenhã?” Dito isso, eujá fui encaminhando a minha boca n’ boca dela.

Ela, foi desviando a cabeça pro lado, em um movimento categórico de migué. Então eu que estava fazendo academia na época, utilizei toda a  minha força para tentar sobrepujar a garota, quando, por fim, consegui superar as barreiras da boca dela. No início ela estava meio relutante em aceitar as tênues caricias do meu beijo, mas logo ela tava chiando tal como uma gata no cíl.

E enquanto eu beijava a pobre infeliz,  eu esperava que a qualquer momento a polícia federal saísse das janelas, dos balcões de bebidas,  por dentro da pista de dança; alguns me imobilizando, enquanto outros decretando: “ Você esta detido sobre a acusação de aliciamento de menores.”!

Após esse incidente eu fiquei ligeirão para abater a minhas presas futuras. E no final da balada, eu cataria mais duas garotas – o que é MUIIIIITO pouco – com um pouco menos de drama.

Enfim, depois de termo tocado o putcheiro geral – incluído até mesmo uma performance de Y.M.C.A – eu, e os meus amiguenhõs resolvemos zapar para OUR HOUSE . Entretanto, a viagem de volta ainda me renderia o último capítulo dessa post….

A ida; nostalgia, e uma pitadinha de vadiagem. Depois de apressarmos o Brunão que AINDA estava pegando aquela mesma menina do começo do post – sim, aquela mesma que ele furô os zolhos do mano Biô-, nós no enveredamos para o caminho do ponto de ônibus.

Andando rápido e cautelosamente sobre as ruas cujo índice de assalto n’aquela região era altíssimo, chegamos por fim ao nosso objetivo. Esperamos pelo busão por cerca de 1 hora – São Paulo é caótica mermo –

Uma vez dentro do ônibus, eu, e me arrisco a dizer que os meus amiguênhõs também, só estavam com vontade de descansar e, quiçá, dormir e ter belos sonhos todos com conotação sexual.

Porém, fim de balada vocês sabem, néam!? Sempre têm aqueles neguim que não se conformam em ter ficado cerca de sete horas no clube, e sentem o prazer mórbido de fazer vadiagem também na volta para casa, no ônibus.

E por um infortúnio, um grupinho desses desordeiros pegou o mesmo busão do que a gente. Eles começaram a fazer uma balburdia tão grande dentro veículo, que dá até pra fazer uma alusão com as vuvuzelas na copa do mundo: Gritavam, esperneavam, e cantavam vários fanquis provenientes das favelas cariocas.

Eu incomensuravelmente muito PUTO com isso, instigo os meus colegas para cantar músicas antigas – aquelas de comercial de antena parabólica, skas!?-, a fim de frustrarmos o grupo desordeiro rival. Segundos depois, eu começo a puxar o coro para vou de táxi, dá excelentíssima Angélica. Magina, o barulhor ensurdecedor de dez marmanjos todos pré saídos da puberdade cantando essa porra de música. Eu sei é melhor não imaginar, néam.

Vix, mas o barulho ficou pior ainda, pois em vez de o grupo-desordeiro-rival ter ficado acometido com a nossa cantoria, eles pelo um gesto de uma majestosa filhadaputice, uniram-se a nós para entoar canções do início da idade média.

Por fim, voltamos para casa todos nós: eu, os meus amigos, e o grupo-desordeiro-rival, tirando músicas do fundo do baú, numa setlist que continha de José rico até o maestro Tom Jobim. Só deu pena dos demais passageiros, mi mi mi ‘-‘.

Annnnddd assim, eu terminei mais uma das minhas totalmente excelentes, Desventuras. Xoxo.

Que a força esteja com aqueles que comentarem esse post.

FIM.

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♪ PA-PANAMERICANO ♫ … Olá, meus queridos tão queridos leitores. Neste post, veremos mais uma das atrocidades morais cometidas por este que vos fala. Dessa vez, eu fui convidado para umas das baladas teens mais ~~hots~~ de São Paulo, O vulgo PORTO ALCOBAÇA.

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PS. Tal como os post sobre as minhas desventuras no playcenter, este também será esgarçado em duas partes, por motivos que… aw, por motivos de cu doce meu mesmo q.

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Antes deu começar a fazer uma daquelas minhas narrações que eu tento encaixar piadinhas em cada parágrafo do texto almejando fazê-los rir e fracassando nas 998239293023802 das vezes, eu vou descrever como e por que o Porto é uma das baladinhas mais requisitadas pela categoria infanto- juvenil – pelo menos era há uns 2 anos atrás quando eu ainda  freqüentava o local-

Estão prontos!? Quem estiver pronto coloca a mão no monitor e diga “YEAAAAHHHH!!!”

Ok, ok, vou começar logo esta josta antes que vocês se enfadem e resolvam sair daqui para acessar o red tube, brazzers ou o amadoras.com; e não adianta fingir que vocês não sabem do que eu estou falando, não. HUM.

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O Porto. Eu sei que os cientistas descartam a possibilidade de contração de AIDS pela boca, mas se isso viesse a acontecer, há uma grande incidência que ocorresse no Porto.

Pois se existe um lugar na face da terra onde catar mina é tão normal quanto respirar, esse local atende pelo nome de Porto Alcobaça.

Para quem nunca assistiu ao programa do Ratinho, Datena ou qualquer outro programa sensacionalista e jamais ouviu notícias desse estabelecimento que faz a alegria de quem almeja catar uma garota safada, o Porto nada mazé que uma casa de sacanagem; MAQUIADA de danceteria.

Apesar de ser um local que recebe público de todas as idades, ele ficara mais conhecido como uma balada matinê, ou seja, aw, olha aqui que eu não tou com paciência de explicar, não.

O Porto Alcobaça esta residido ao longo da avenida Matarazzo; ao lado do Vila Country – que diga-se por ventura, é outra balada BEM ~~hot~~ – e circundado de outras numerosas baladas da região.

É uma pena eu estar com puta preguiça de procurar fotos internas dessa baladinha, mazeu, vou descrever um pouco como era por dentro do Porto.

Ele era um local relativamente GRANDE: possui duas pistas de dança, uma de eletrônica e outra de variedades;  Dois ambientes, interno e externo; e diversos locais escondidos, que só os mais experientes conhecem, exclusivamente para quem queria sair só dos beijos e dar uma rapidinha sem compromisso – Isso é uma lenda. Eu mesmo não conheço a veracidade desse mito, mas adoraria comprovar-.

Dito isso, eu vou descrever como foi o exato momento queu fui convidado para ir neste local tão maculado…

O Auto-Convite. Eu estava na sala de aula no meio de uma daquelas tediosas aulas de química, quando repentinamente eu escuto um breve burburinho que logo tira o pouco de atenção que ainda me restava naquela aula chata bacarai. Os cochichos, da onde eu estava, eram imperceptíveis.  Então, utilizando o meu dedinho mindinho que na época eu deixara a unha crescer para tentar imitar o visual esplendoroso do José Rico, limpo toda a cera que estava incrustada dentro do meu ouvido, e, como uma mágica só comparada com uma das dos magos dos magos Lord Voldemort, eu pude ouvir perfeitamente o teor daquele cochicho que tanto me tirou à atenção:

– Fico sabendo da úrtima, Edigilson!? No sábado, sem ser nesse agora no outro, vai ter MARATONA FÃQUI no Porto. Boralá?

– E… Eu… – No exato momento que o Edigilson estava preste a responder, eis quando eu dou um pulo da minha mesa, e poco me fudeno se eu estava atrapalhando a aula do fessor ou não, solto um gritinho digno de Vera Verão: EEEEEEEEEEEEEPAHHHH, eu vou nessa pouha aê, cambada!

Meus colegas, claramente constrangidos e pegados de surpresa com a minha súbita reação, respondem sem delongas:

– Claro, a danceteria é pública!

Satisfeito com essa resposta, eu logo tratei de me desculpar com o professor de química e de reunir toda a minha comitiva do mal que normalmente me acompanha nesse tipo de rolê, comumente composta por Brunão, Aridá e o Negritude; também conhecido pela alcunha de MR. Eduard’s.

Os preparativos. Ir num evento desses requer muita preparação mental, pois você nunca sabe o nível de obscenidade que a sua cabeça vai ter de suportar. Já ouvi boatos, que alguns seres menos afortunados mentalmente, não sobreviveram à tamanha radiação de indecências e sofreram seqüelas GRAVES, e alguns, hoje em dia, só babam e não dizem nada mais a não ser TETAS, poisé, poisé, poisé…

Mas não só o preparo psíquico é importante para enfrentar um rolê de tanta proeminência, é preciso está atento a todos os pormenores que uma jornada de 7 horas de funk continuas acarretam.  Foi pensando nesse detalhe que eu me hidratei o máximo que eu pude nos dias contíguos ao passeio. Outra coisa importante para atender a um eventos desses, e estar bem abastecido de drops, spray bucal, e gastar até a última gota de aerosol do desodorante 24 horas, e, por vias das dúvidas, é bom levar um roll-on sobressalente – desodorante, besta-

Mesmo depois deu ter tomado todas as providências acima, havia mais uma coisa me encasquetando, porém, eu não conseguia descobrir… Mas foi ai que aconteceu um reverso, um sinal que veio lá do céu e CATAPIIIIINBA: “As camisinhas” .

**** Gente, eu sabia que era só uma matinê, e que eu teria sorte se conseguisse que uma única loca se quer ;( me beijasse, mas tratava-se da MARATONA FANQUI, e nunca se sabe o que os efeitos recônditos dessa música pode ocasionar nas meninas, néam! Já vi meninas aparentemente santas fazerem coisas chocríveis sobre o efeito do funk. ****

Então fui correndo – literalmente, eu sou loko da cabeça mermão- até o bar do Seu Roxo e pedi um pacote de camisinhas extragrande u_u.  Por fim, decretei a minha preparação por encerrada. Agora só faltava o tempo passar, passar, passar…

PASSA TEMPO, PORRA!

A Decepção. Duas semanas depois, dado o dia de irmos ter chegado, fui me encontrar com os outros sacanageros no local de encontro que fora pré-estabelecido. Tudo estava correndo conforme o combinado, exceto por quando eu entrei no busão, e percebi que um sacanagero ainda não estava presente no local combinado: o Mr. Eduard’s.

Imaginar-me indo a um role sem ele, é a mesma coisa de imaginar-me indo no motel e não fazendo sexo.

Então, quando senti que o ônibus estava partindo e deixando Eduard’s para trás, entrei em desespero. Comecei a espernear, a dizer que desceria do busão se ele não aparecesse, e a dar socos e chutes nos demais passageiros – tá, a última parte é mentira. Foi só para vocês perceberem a dramaticidade dos meus atos u_u – No momento que o busão estava quase partindo e eu quase desistindo de ir ao passeio, eis quando o Mr. Eduard aparece todo suado defronte ao ônibus – *_* – impedindo-o de sair sem a sua gloriosa presença. Enfim, me acalmei. E deixei o motorista seguir viagem em paz.

Após as minhas hemorróidas estarem quase estourando com a lerdeza do motorista em chegar ao ponto de ônibus que iríamos descer,   finalmente o desgraçado abre aporta de trás do busão indicando que os meus sofrimentos tinham acabado, e havíamos chegado, por fim, ao PORTO.

A fila. Após adentrarmos as cercanias do Porto Alcobaça, nos deparamos com uma fila maior do que as ocasionadas pelo restaurante popular BOM PRATO, e, a não ser, que eu e meus companheiros quiséssemos ficar de fora do evento, nós teríamos que dar um jeito de nos embrenharmos por dentro daquela miríade de pessoas para conseguirmos entrar no estabelecimento que mais tarde nos daria muito prazer e histórias para contar aos nossos netos. Porém, encontrar a menor brecha que nos colocaria dentro do Porto estava difícil, senão impossível. Mas forças maiores pareciam estar confabulando para que tivéssemos êxito, então, quando já estávamos quase conformados que o infortúnio acabara de recair sobre a gente, eis quando o Aridá avista um chegado nosso de longa data, O Steven; mais conhecido como Biô, juntamente com os seus amigos, em um lugar privilegiado bem no início da fila; que pode até ser comparado como ver uma ópera de camarote. Sem marcar bobeira, eu e meus amiguinhos nos dirigimos até aquele lugar divino com toda certeza que o Steven nos cederia um espaço na fila, aliás, um sujeito chamado Steven não tem moral de negar nada a ninguém. Dito e feito, O Biô honra seus votos de amizades conosco e nos cede um espaçinho junto à fila.

Mas mal sabera Biô, que uma trairagem, só comparada pela a que o Messias sofreu por Judas, o acometeria por este ato de bondade. Ó Pobre Steven.

A trairagem. O Biô, apesar da sua aparência pouco, digamos, convidativa, só Deus sabe o porquê, era um exímio catador de cocótas. Porém, o calcanhar de Aquiles do Biô, era o seu nome, Steven. Ele sabia que ele teria mais chances de catar uma mina se ele soltasse um peido e depois arrotasse na cara da garota, do que se ele dissesse o nome verdadeiro dele. Daí, quando uma menina o indagou sobre qual era o seu nome verdadeiro, ele, sem titubear, respondeu a pergunta da ninfeta com um trocadilho que ele sempre usara como válvula de escape para este tipo de situação:

“Steve lá, Steve ali, agora estou aqui com você!”

Ao escutar isso, a menina só balançou a cabeça negativamente.

Fora nesse momento, que o Brunão percebe o momento propício para o abate, e começa a jogar os seus galanteios para a garota que já tinha acendido o pisca alerta para as investidas do Ó Brunão:

“Sua linda tão linda. Linda tão linda você é. Linda. Tão linda você. Linda tão linda. Linda tão linda você” – passados finalmente 45 minutos dessa cena – Os dois começam trocar salivas violentamente em uma cena que lembrou em MUITO quando um cachorro sedento bebe água.

Pois bem, meus amigos. Nosso amigo Steve acabara de levar um chute certeiro bem no meio da glândula penial… E de um dos seus “amigos”, heim!

E após este incidente, os dois, ficaram sem se falar nada mais, nada menos, que por cerca de 10 minutos IN-TEI-RI-NHOS!  – É, toda ação tem uma reação, mamíferos. LEMBREM-SE DISSO! –

To be continued ^^ .

****

E por aqui vai acabando a primeira parte do: PORTO DE MOMENTOS BONS. Isso é, se vocês chegaram até aqui :| .

Fiquem ligados que logo menos sai à segunda parte.

#VAGABUNDOS!

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Eu pressuponho que todo mundo, ao menos uma vez na vida, tenha se deparado com aquele tipo de sujeito que gosta de aumentar às histórias – para não falar mentir – aqueles indivíduos que, se falam OI para uma mina: dizem que trocaram MOW ideia; se dão um beijo no rosto da mina: dizem que a cataram; e se catam a mina, ENTÃO: dizem que praticaram todo o kama-sutra com ela, e com a família dela, TAMBÉM!

°

Esse tipo de cidadão é o que eu gosto de chamar DE…

ZÉ ROÉLA!  – sim, com O q –

°

O Zé Roéla não se contenta em simplesmente relatar os fatos para os seus interlocutores: ele TEM que demonstrar que ele é o CARA, que ele é FODELÃO, que ele é o GIRAYA da história. E, para tal, ele usa o artifício da “:MENTIRINHA INOCENTE” Aquela mesma técnica usada pela cobra para seduzir a égua da Eva, que, diga-se de passagem, é a culpada por Jesus ter morrido crucificado, mazenfim… O Zé roéla, gosta de tirar vantagem das outras pessoas, com coisas que ele se quer fez no jogo The Sims, tampouco na sua vidinha monótona e tão desprezível quanto apostar corrida com um aleijado e se gabar por ter vencido.

Eu, como boa parte da sociedade, já convivi com esse tipo de ser. O nome do infeliz em questão, atendia pela alcunha de Dedé.  Eu o conheci durante a minha passagem pela empresa ADP; uma multinacional norte americana do segmento da tecnologia da informação, no qual eu atuei como menor aprendiz  por cerca de dois anos e…

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**** Que porra!!! Estou divagando. Vamos voltar a falar do Dedé, cacete ***

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O Dedé era meu co-worker nessa empresa. Ele trabalhava na logística administrativa. Sempre que o a acaso me levava até aquele setor, para o meu total desalento, eu tinha que ter relacionamentos sociais com o Dedé. E nesses relacionamentos, ele sempre me contava suas lorotas histórias, no qual na maioria das vezes, terminavam com ele despindo uma novinha.

Talvez por essas histórias serem tão inverossímeis, eu me recordo de várias delas.

Vou citar pra vocês às que me pareceram mais mentirosas incríveis.

A coroa no balcão. Segundo o Zé Roéla do Dedé, uma vez, uma coroa; daquelas dos filmes mature do red tube, loira, com o cabelo channel, e um corpo voluptuoso pra cacete, parou defronte do local de receber mercadorias. Quando o Dedé perguntou para moça o quê ela queria, a moça em questão teria olhado pra ele, posto o dedo na boca, e falado com uma voz sedutora: “me coma, plzzzzz”…

Ele narrou a história dessa mesmíssima maneira que eu expus a vocês, caros leitores, sem tirar nem por, e sem ao menos ruborizar as bochechas.

Depois disso, o Dedé teria levado a coroa voluptuosa para detrás de um galpão, e sentado a lenha na suposta vagabunda.

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Outra história impressionante, e não menos questionável foi…

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A novinha do funk. Dedé era o estereótipo do playboy filhinho de papai, que tem um pitbull, e imita o que ele faz. Trabalhava apenas para ter experiência no currículo dele. Uma prova disso, era sua moto – uma R1 – que fora presente de seu pai. Talvez, isso amenize um bocado a fodacidade que dedé possuía na narrações dele. Fodacidade essa, que foi demonstrada quando o nosso personagem, Dedé, resolve pegar a sua motoca, em sua costumeira rotina de andar pelos bairros periféricos de São Paulo a fim de arrumar uma transa rápida e sem pagar nada, senão a gasolina de sua moto. Uma vez, ao praticar esse ritual, ele se deparou com uma novinha: uma típica “Nymph”, ou ninfeta; dessas de levar qualquer homem HÉTERO à perdição, tomando banho de laje – sim banho de laje! Lembrem-se que a o local da narração passa-se na periferia Q –

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Ao avistá-la, Dedé dá uma acelerada seca em sua R1 para que a novinha sentisse toda a sua potencia de sedução. Não poderia haver cantada melhor do que esta para a ninfetinha, que  logo se viu convidando Dedé para adentrar o seu recinto, e, assim, entrarem em um mundo de perdição INIMAGINÁVEL, awwwwwwwwwnnnnnnnnn…

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** Nesse exato momento, muitos divocês não devem estar achando incrível essa história que eu acabei de descrever. Aliás, o cara tinha uma R1, com uma moto dessas até um pobre coitado desprovido de beleza pode conseguir esse feito. **

DI R1? ATÉ EU!

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Sim meus queridos tão queridos, de fato não seria uma fato para gabar-se, excetuando que na narrativa de dedê, eles aconteceram, pasmem: às sete horas da manhã.

PORRA, como pode!? Nem tem sol às 7 horas da manhã, então como ele viu a mina tomando sol a uma hora dessas, ãm?

Isso que fodia no Dedé. Talvez as historias que ele contava, nem fossem de todo mentirosas, porém, ele aumentava-as de modo surpreendente.

Lembro-me bem de quando ele falava que dava uma rapidinha antes de vir trabalhar, tipo: Ele acordava, tomava café, saia pra trabalhar; ligava a moto, saia da garagem, via uma vizinha na varanda, dava bom dia, e um segundo depois já estava empesteado com cheiro de látex por comer essa mesma vizinha. Quer coisa mais foda que isso!?

Se ao menos, toda essa fodice do Edelson ( Dedé) ficasse apenas nos seus relatos insólitos, tudo bem, mas, ele gostava de se gabar para às outras pessoas; nós, reles mortais.  Em certa ocasião, ele me disse que quando eu chegasse na idade dele, eu não teria comido metade das minas que ele deflorou.

“É claro. Também eu não tenho uma R1… E nem sei mentir tão bem D:”, eu pensei após a insinuação dele.

O Dedé só é mais um personagem fruto da sociedade brasileinhã, que acaba sustentando esse tipo de INDIVIDULO, Por não decretar prisão de morte ( hum, prisão de morte oO!? Eu quis dizer PENA DE MORTE Q) , a esse tipo de comportamento.

Eu sei que todos vocês estão sentido empatia com a minha causa, pois ao certo, vocês também já se depararam com seres tão famigerados, tipo: aquele amiguinho seu que estava se masturbando e disse que teve uma relação sexual; com aquela menina que diz que nunca se masturbou na vida, ou até mesmo com aquele cara de pau que insiste em dizer que a vó dele é virgem, não é verdade!?

São por essas e outra razões, que eu os convido a participar do movimento: NÃO AO ZÉ ROÉLAS! VOCÊ NÃO PRECISA MENTIR PARA SER ACEITO NA SOCIDADE; a não ser que você seja um completo loser igual ao amigo de VOCÊS: Dedé, o homem que faz sexo antes do café da manhã.

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Após muita vadiagem pelo parque, e estarmos completamente em estado de letargia depois de consumir muitos entorpecentes, tais como:

Coca-cola sem gelo, água da torneira, e Doritos mole… Enfim chegara a hora de nos despedirmos do InterColegge.

Com tal pensamento em mente, resolvemos reunir a cambada de vagabundos que tinha ido conosco, a fim de voltarmos para nossas respectivas casólas.

Entretanto, para nossa frustração, faltava um filha da puta amiguinho nosso que tinha se separado do  grupo para tentar pegar uma vagabunda no qual ele estava dando ideia.  Eu completamente insensível ao fato de que ele poderia se perder, ser violentado, ou até mesmo trombar com um fã de Justin Bieber na rua, sugeri que fossemos sem esse desgramado. Para o meu jubilo, recebi respostas positivas a essa minha hipótese, no entanto um ‘amigo’ nosso alertou-nos que o William – o desgramado  que se extraviou de nós – deixara as suas coisas; na qual incluíam dinheiro, roupas, e os demais pertences dele, com outro coleguinha da gente.

Isso foi o cu, do vai tomar no cu, para o meu ânimo.

Entrementes, para o nosso total desespero, ainda estavam ocorrendo diversos arrastões, o que ocasionava a simultâneas rebeliões, o que me levava a borrar as calças.

Ao me ver nessas totais adversidades, pensei eu em voz alta “e agora quem poderá me ajudar?”

Sem presumir que o chapolin colorado viesse ao nosso resgate, sugeri que fossemos procurar por William.

Então, lá fomos nós: Andávamos, caminhávamos e peregrinávamos, mas nada de encontrarmos o desgraçado que nos colocou nessa situação. E a cada minuto que passava, os meliantes começavam a ficar mais impiedosos pelo parque, destruindo a TUDO e a TODOS.

Após muitas tentativas de nos depararmos com o Will, eis que tomamos a decisão mais sensata no momento: Esperar pelo William na saída do parque.

Nesse tempo vimos pessoas sendo mutiladas por socos e chutes ao reagirem a ‘furtos’. Esses fatos só fizeram a minha cueca ficar cada vez mais pesada.

Passados cerca de meia hora que estávamos feito o cristo redentor esperando inocuamente pelo William, decidimos que estava na hora de procurá-lo novamente.  Foi quando finalmente o encontramos no maior LOVE com a menininha que ele estava tentado catar durante todo passeio.

Isso foi o suficiente para eu amaldiçoar até a 35903235221° geração dele.

Após termos resolvido esse impasse, por fim tentamos voltar para as nossas mamães, em nossas casas quentinhas e sem perigo.

**** Porém, ainda MUITO terror estaria por vir… E percebam vocês quantas ‘fases’ tivemos que transpor, até chegarmos em segurança à nossas casas! *****

Já fora do parque, eu e meus amigos fomos seguindo a multidão tal como fosse uma procissão, a fim de chegarmos até estação de metro. Foi quando subitamente o Brunão parou, pois a mão no meu peito, e balbuciou: “ Veeeeejam”

Então, vimos: Não um, tampouco dois, mas sim 3 negões de fazer inveja ao Shaquille o’ Neal

EAI, VAI ENCARAR?

…. Cada um com 3 pedaços de pau em suas patas.

Usando toda nossas habilidades que aprendemos brincando de policia e ladrão, conseguimos nos esconder dos larápios atrás de um carro.

PRIMEIRA FASE COMPLETE!!!

Passado essa fase, nos mantemos a andar, e mais uma vez deparamo-nos cara a cara com a morte.

Desta vez, presenciamos um grupo de desordeiros preparando-se para acabar com a raça de outro grupo mais desordeiro ainda, e, também, à raça de qualquer um que ousasse passar por aquele local.

Eles estavam pedindo paras as garotas, que tinham vindo com eles, se encostarem ao muro. Percebendo essa oportunidade, eu novamente utilizo as minhas técnicas de Magaiver para guiar o meu grupo perto do muro junto com as garotas. Talvez por nossa tamanha semelhança com o sexo feminino, não fomos notados pelo os mal feitores.

SEGUNDA FASE COMPLETE

Já na estação, só faltava entrarmos no trem, para daí sim; chegarmos são e salvos até a nossa casinha.

Fácil? DIFÍCIL. Porque novamente avistamos perigo iminente. No mesmo dia do evento Intercollege, havia o clássico de São Paulo: Cocô-rinthias e São Pau-lo. Então, no exato momento que o pessoal do Intercollege voltava para cara, os favelados das torcidas organizadas também voltavam.

O pior foi inevitável, um Zé bostola decidiu ‘interagir’ com um Bambi (são paulino) que já estava P-U-T-O por ter perdido o jogo, dizendo:

“CHUUUUUUUUUUUUUUPAAAAAAA BAMMMMMMMMMMMMBIIII”

Foi o suficiente para começar um quebra pau que, indiretamente, me and my friends estávamos envolvidos.

Novamente a situação nos exigiu toda a nossa perspicácia ningística para escaparmos.

Quando fugimos um pouco da balbúrdia, e finalmente chegamos à catraca para desembacar no trem, eis que o Ari comete umas das maiores filhasdaputice da história da via láctea: Esquecer o bilhete único em casa!

Senti vontade de decapitar o Ari com uma faca cega de cozinha… Mas relevei a ‘pretice’ dele.

One more time, lá fomos nós voltarmos ao frenesi, again. Entre empurrões, e arrastões , a saída… é fazer, valer a pena. – desculpe-me. Mas não resisti à tentação Y_Y ! – Tentamos recarregar o bilhete do Ari.

Para tal, bolamos uma verdadeira força tarefa: Enquanto um ficava na fila, outro dava cobertura, e os demais ficavam na espreita de vigília. Cada segundo; cada minuto; que o Ari gastava na fila, a expressão ‘ficar com o cúzinho na mão’ parecia mais literal pra mim. Quando o meu ânus não tinha mais para aonde ir, foi quando o Ari finalmente apareceu com o seu bilhete único devidamente recarregado.

É claro que eu dei um pescotapa nele por tamanha demora.

Após essas conjunturas de eventos, finalmente pegamos o trem que nos levaria para casa.

Neste exato momento, como em Resident Evil, só faltavam os créditos subir para a nossa aventura estar encerrada.

GAME OVER!!!

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Cri, cri… Cri, cri… Fez-se um silêncio sepulcral quando eu indaguei os meus coleguinhas de colégio sobre qual seria a nossa próxima jornada; nossa próxima desventura; nosso próximo rolê.

Eis quando um anjo (ou demônio) nos aparece com uma saída para o nosso tédio, ele mostra-nos um fly a respeito de uns dos eventos mais badalados no mundo dos sacanageros de plantão: o InterCollege no Playcenter.

EU ESTAVA LÁ, MAMÍFEROS!!!

Eu até já poderia entrever como seria tal rolê: muita prostituição, música eletrônica, e garotas que são mais fáceis de pegar do que AIDS. Tudo parecia ser perfeito. ‘Não há como não se divertir em um lugar com tantos atrativos assim’, penso eu em um ato introspectivo.

Mas mal eu imaginara que como em toda boa droga, o prazer só viria com um pouco de sofrimento. E dessa vez não fora diferente…

Todos os preparativos para ir nesse PUTA rolê estavam prontos:

Comida até o talo na mochila, toalha para secar o suor, roupas sobressalentes, e o mods dos homens: o desodorante 24 horas!

Com tudo no conformes, fui encontrar-me com o meu conluio do mal para irmos ao badalado evento.

Ao caminho do Playcenter foi tudo MARA: mow zoeira; mow esculiambação; mow fanfarrice, e eu até insinuei o meu corpo esbelto – digno de fazer o seu madruga parecer saudável – vestindo uma camisa REGATA com o ônibus em movimento, nesse meu ato lascivo consegui tirar suspiros de umas velhas que estavam sentadas no banco dos idosos, e também de alguns torcedores do São Paulo.

Entretanto, ao chegarmos à estação de trem a caminho do Playcenter, notamos uma grande conglomeração de filhasdaputa se dirigindo ao mesmo destino que nós. Pelo visto todos os jovens tiveram a mesma ideia de tentar contrair AIDS via Intercollege, e para o meu total desalento a maioria deles pareciam ter o mesmo sexo que o meu, ou seja, o sexo MASCULINO – para quem ainda tiver dúvida u_u –.

Ao observar essa cena deplorável para alguém que foi programado para procriar, me arrependi amargamente de ter ido sem cueca. Mas isso não vem ao caso. O que vem ao caso é que logo que chegamos às redondezas que circundam o parque presenciamos um arrastão. A torcida do cúrintias tinha comparecido em massa ao InterColegge pelo que parecia.

Eu e meus amigos fomos nos desvencilhando sorrateiramente daquele enorme frenesi… e, então, para nossa sorte escapamos daquela balbúrdia.

Porém, bem na entrada do parque, presenciamos um Playboy ser medonhamente espancado ao resistir à investida de alguns marginais de roubarem o boné dele, e tudo isso na frente de sua namorada. Esta cena tirou todo meu ímpeto de andar nos brinquedos e me prostituir freneticamente: – ‘MAS FODA-SE, NÃO FOI COMIGO MESMO.’ Me recompus e voltei minhas intenções unicamente ao rolê que só estava apenas nas preliminares.

No momento que finalmente adentramos o parque, vimos um muleque digno de pena vomitando até suas últimas entranhas, e neste exato instante pude visualizar a placa:

WELCOME TO THE INTERCOLLEGE, BABY!

A diversão estava só começando, manolos!

Dentro do parque tudo foi normal, senão pelo fato do meu colega ter catado uma mina com a ideia mais idiota EVER:

– SEU PAI É PADEIRO ?

– NÃO, POR QUE?

– PORQUE VC É UM SONHO!

PUTAQUEOPARIL!!! Fiquei muito revolt’s, e com pena da mina, ao ver que essa cantada tinha dado certo.

Excetuando esse fato insólito, a excursão parecera perfeita pra mim. ‘Pórem’, até o momento de irmos embora…

É aqui que a história começa ficar mais tensa!!!

TO BE CONTINUED…

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Imaginar-lhe-emos duas situações:

1° situação: Tu acabas de findar o ensino superior, e agora se sente pronto para o desafio de exercer a profissão pelo qual você passou ÂNUS estudando. Você é um loser! Não conhece ninguém influente para lhe introduzir no meio (profissionalmente… déer).

Então, você apela! Utilizar aqueles sites para prospecção de empregos que você viu anunciado no Orkut – Por fim, o Orkut se mostra útil para algo Q -.

2° situação: Você concluiu o ensino médio, parabéns! Entretanto, você percebe que tua vidinha tem um significado similar ao daquela punhetinha com a mão adormecida, ou seja, não vale de PORRA alguma – sim, existem coisas piores do que uma punhetinha com a mão adormecida –. Para piorar, os cornos que o colocaram no mundo não querem lhe liberar o capim que o bode não come. Mas você necessita deles para tirar onda, comprar balas, se dorgar… Você está DE-SES-PE-RA-DO! Necessita de algo para se distrair. Tu precisas de um emprego!

Então, você apela! Utilizar aqueles sites para prospecção de empregos que você viu anunciado no Orkut – Por fim, o Orkut se mostra útil para algo Q –. (é… dei ctrl  C ctrl V  na 1° situação, edaê?

Agora, as pessoas das duas situações só necessitam esperar o telefone TOCAR, para daí serem convidados a participar de um…

PROX-CÉ-SSO SELECTIVO.

Para alguns: uma forma de selecionar pessoas para uma vaga de emprego; para outros: uma forma legitima de torturar pessoas e fazerem-nas passar por constrangimentos, apenas para satisfazer os prazeres carnais dos entrevistadores – Na verdade, eu tenho uma tese, que essas empresas de seleção têm contratos com redes de televisão do Japão. Então, eles gravam nossas performances nas entrevistas, para depois venderem aos programas de pegadinhas dos nipônicos, POIZÉ, POIZÉ, POIZÉ… –.

Tudo que envolve um processo seletivo parece ser subjetivo. Até as placas indicando banheiro feminino e masculino são enigmáticas. Levando isso em conta, em um PS; conhecimento, preparação, e esperteza, não valem de MERLIN alguma, o que conta é o torturador que está lhe avaliando ir com a sua cara.

Aqui vão algumas dicas para se sair bem:

HINT ONE > Se você é homem, e for uma entrevistadora, leve o máximo de dinheiro possível dentro da carteira. Então, na hora em que você for preencher o formulário com os seus dados, disfarçadamente abra a carteira fingindo pegar algum documento. Nesta hora, você ‘desastradamente’ deixa cair o bolinho de dinheiro no chão, e logo depois, faça o comentário: “Que desastrado eu sou. Deixei cair o dinheiro que o meu pai me deu pra por gasolina na minha RAND OVER”.

Se tudo sair no conformes, você conseguiu a vaga e uma rapidinha.

HINT TWO > Agora, se você for mulher, basta não usar coisas que possam fazer inveja. Tente usar bolsas de camelô e se vestir igual a uma mulher árabe. Se você puder não usar maquiagem também ajuda bastante. Por fim, é só fazer comentários do tipo: ‘Aw… eu queria saber me vestir igual a você’, ‘ Nossa! Sua bolsa é linda. É da Gucci?’

Fazendo isso aê é sem mais. A vaga é tua.

*Não dei dicas partindo da premissa que o selecionador possa ser homem, porque quando eles não são homens, são viados. Então a dica vale do mermo jeito, capiche!*

Tendo essas dicas, até parece fácil passar em um processo de seleção, néam!?

Porém, no entanto, todavia… O universo dos PS’s são mais complexos sem minhas anedotas irônicas. Eles procuram lhe torturar de uma maneira de fazer inveja ao palhaço dos Jogos Mortais: fazendo-o falar de você mesmo em público, mandando-o imitar um macaco, e da maneira mais vil de se torturar alguém: Impondo que você faça DESENHOS!!!

Sim amigos, vocês escutaram DIREITINHO.

Neste mundo paralelo, que talvez tenha sido criado pelo Lewis Carrol (o mesmo que criou Alice no País das maravilhas) nada faz sentido: Enquanto coisas importantes como testes psicológicos são subestimados, coisas nada a ver como dobradura são valorizados, ñintendo – deve ser por isso que há tanto maníacos de Lousiana nas corporações Q -. Uma vez, deixei de passar em um, porque não consegui fazer um barquinho de papel. Agora vejam só, o seu madrugada passaria no teste e, eu, fiquei reprovado.     “Que coisa, não!?”

Sem contar à vez que eu acertei 40 em 41 questões, e só não passei porque não estava fazendo a prova na posição adequada. Se fosse sexo ela viria uma coisa q!

Como ficou categórico neste post, não adianta se preparar pros Processos seletivos. É tudo questão de sorte, e de joguinhos de subjetividade. A escolha mais sabia é deixar a barba crescer e virar hippie (se você não tiver barba, compre uma postiça!) Se mesmo assim você não estiver feliz, abrace as dicas que eu dei nesse post… E não me convide para o seu enterro Q.

#NAMASTE MAI FRÊNDIS!

PROX-CÉ-SS0 SELECTIVO.

Para alguns: uma forma de selecionar pessoas para uma vaga de emprego; para outros: uma forma legitima de torturar pessoas e fazerem-nas passar por constrangimentos, apenas para satisfazer os prazeres carnais dos entrevistadores – Na verdade, eu tenho uma tese, que essas empresas de seleção têm contratos com redes de televisão do Japão. Então, eles gravam nossas performances nas entrevistas, para depois venderem aos programas de pegadinhas dos nipônicos, POIZÉ, POIZÉ, POIZÉ… –.

Tudo que envolve um processo seletivo parece ser subjetivo. Até as placas indicando banheiro feminino e masculino são enigmáticas. Levando isso em conta, em um PS; conhecimento, preparação, e esperteza, não valem de MERLIN alguma, o que conta é o torturador que está lhe avaliando ir com a sua cara.

Aqui vão algumas dicas para se sair bem:

HINT – Se você é homem, e for uma entrevistadora, leve o máximo de dinheiro possível dentro da carteira. Então, na hora em que você for preencher o formulário com os seus dados, disfarçadamente abra a carteira fingindo pegar algum documento. Nesta hora, você ‘desastradamente’ deixa cair o bolinho de dinheiro no chão, e logo depois, faça o comentário: “Que desastrado eu sou. Deixei cair o dinheiro que o meu pai me deu pra por gasolina na minha RAND OVER”.

Se tudo sair no conformes, você conseguiu a vaga e uma rapidinha.

Agora, se você for mulher, basta não usar coisas que possam fazer inveja. Tente usar bolsas de camelô e se vestir igual a uma mulher árabe. Se você puder não usar maquiagem também ajuda bastante. Por fim, é só fazer comentários do tipo: ‘Aw… eu queria saber me vestir igual a você’, ‘ Nossa! Sua bolsa é linda. É da Gucci?’

Fazendo isso aê é sem mais. A vaga é tua.

*Não dei dicas partindo da premissa que o selecionador possa ser homem, porque quando eles não são homens, são viados. Então a dica vale do mermo jeito, capiche!*

Tendo essas dicas, até parece fácil passar em um processo de seleção, néam!?

Porém, no entanto, todavia… O universo dos PS’s são mais complexos sem minhas anedotas irônicas. Eles procuram lhe torturar de uma maneira de fazer inveja ao palhaço dos Jogos Mortais: fazendo-o falar de você mesmo em público, mandando-o imitar um macaco, e da maneira mais vil de se torturar alguém: Impondo que você faça DESENHOS!!!

Sim amigos, vocês escutaram direitinho.

Neste mundo paralelo, que talvez tenha sido criado pelo Lewis Carrol (o mesmo que criou Alice no País da maravilhas) nada faz sentido: Enquanto coisas importantes como testes psicológicos são subestimados, coisas nada a ver como dobradura são valorizados, ñintendo – deve ser por isso que há tanto maníacos de Lousiana nas corporações Q -. Uma vez, deixei de passar em um, porque não consegui fazer um barquinho de papel. Agora vejam só, o seu madrugada passaria no teste e, eu, fiquei reprovado.     “Que coisa, não!?”

Sem contar à vez que eu acertei 40 em 41 questões, e só não passei porque não estava fazendo a prova na posição adequada. Se fosse sexo ela viria uma coisa q!

Como ficou categórico neste post, não adianta se preparar pros Processos seletivos. É tudo questão de sorte, e de joguinhos de subjetividade. A escolha mais sabia é deixar a barba crescer e virar hippie (se você não tiver barba, compre uma postiça!) Se mesmo assim você não estiver feliz, abrace as dicas que eu dei nesse post… E não me convide para o seu enterro Q.

#NAMASTE MAI FRÊNDIS!

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Há MAZOMENOS dois anos atrás, lá estava eu: com meu olhar notoriamente eminente e soberbo perto dos demais candidatos concorrendo a uma vaga numa multinacional americana proveniente dos E.U DA AMÉRICA!

Nem preciso falar que eu passei sem maiores dificuldades, néãm!?

Naquela época só me fudia, merecidamente, pois eu era: – se você pensou estagiário ou motoboy se FÚ, pois eu era algo MTMTMT pior do que isto, eu era: – deMENOR APRENDIZ!!!

MAZOQUÊ É UM MENOR APREDIZ???

É uma espécie de cara que faz todas as tarefas dos analistas, assistentes e auxiliares; só que por um salário (BEM) menor, com a justificativa que aprender essas atividades será bom para o nosso futuro – Sim, meus queridos, eles me tratavam tal como uma criança que acredita em papel NOEL –.

Como dizem poraê que desgraça pouca é pequena, eles (os filhas das putas dos meus superiores) me obrigavam a freqüentar um curso semanal profissionalizante.

PAUSA PRA VOCÊS SE RESTABELECEREM DESTA HISTÓRIA H-O-R-R-I-P-I-L-A-N- TÊ!

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Este curso, nada mazéra, uma forma de nos obrigarem a passar constrangimentos em público: através de dinâmicas, apresentações em público, e o pior de todos… DESENHOS!!!!

Sim, eles nos forçavam a desenhar e fazer cartazes.

A PARTIR DAQUI A HISTÓRIA COMEÇA A FICAR MAIS TENSA. SÓ CONTINUE LENDO SE VOCÊ TIVER ESTÔMAGO, ÂM.

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Cênão bastasse isso, o local do curso era aqui no centro de São Paú–LO! Logo, tínhamos que aprender a conviver com os perigos iminentes que os ‘MINDIGOS’’, mulheres no volante, e dos torcedores do ‘CURÍNTHIAS’, estabeleciam nesta região tão hostil.

***** Hello! Vcs ainda estão aê?  Vou continuar mesmo assim u_u. *****

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Passados um ano desta tortura digna do médico nazista Mengele, eu fui ‘enviadado’ para um curso intensivo de INFORMÁTICA. No qual tive a desfelicidade – É, essa porra desta palavra não existe. Por enquanto. Espera eu entrar pra OAB (ortográfica alfabética brasileira) – de encontrar a pessoa mais sádica that I EVER SEEN: “O R-O-N-A-L-D-O”.

Pensa no Dim Carry! Pensou ? Agora esquece! O cara era muithissíssimo sem graça. Fazia piadas que só ele, e as meninas que queriam dar o rabo pra ele, entendiam.  Sem contar que ele vivia falando de uma tal de tia imaginária que ele tinha, chamada tia MARICOTA…

#EHTENSO MACACADA.

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Mas nem só de pão viverá o homem, irmãos. Já dizia Jesus.

O que estou querendo dizer, é que apesar destas TORTURAS que eu era submetido, esta fora à época mais feliz da minha vidóla: pois eu tinha dinheiro (o necessário para eu ir ao puteiro todo mês), amizades, e ia a MUITOS lugares novos, mai frêndis.

E hoje eu só fico me masturbando; e twittando ; e  blogando… e zaz, e zaz, e zaz.

Minha vida tá mais tediosa do que o programa da Sônia Abrão ( Ta.. forcei desata vez u_u )

E neste momento de tristeza, passa uma frase decorrente na minha cabeça: ‘EU ERA FELIZ E NÃO SABIA’.

Pensem nisso, manolos: Na hora em que vocês se queixarem por causa da mistura, por não ter mais coca-cola na geladeira, ou porque o seu pai não deixou você brincar de tiro ao alvo com a cabeça do seu irmãozinho pequeno.

TÁ COMPREENDIDO? ass: Marcô ZAM Bianchi, jornalista e irmão do Kiko ZAM Bianchi.

Xoxo… SEXO!

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