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Archive for the ‘Remake (idas e vindas)’ Category

Olá, afáveis leitores. Afim de não deixá-los sem atualizações contínuas, vou continuar postando os textos do meu blog antecedente a este, o Idas & Vindas.

O texto a seguir falará sobre o meu personagem do twitter, o vulgo @the_creepier, e também alcunhado como O Palhaço Bipolar.

Espero que este post possa esclarecer algumas dúvidas que os desoculpados que o seguem no twitter, tem sobre ele..

  • PFDS apresenta: Sentimentos não podem ser… FAKE!!!                                     °

Muito prazer, eu sou o David C. Amorim. Um jovem apaixonado por música, moda e esportes. Mas a partir da semana passada, dia 10/06/09, criei um personagem chamado Creepier, um palhaço que aceita os adjetivos de bipolar, sedutor e pervertido.

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O Creepier é um personagem que lembra uma categórica criação do Tim Burton. Não que ele seja sem graça, mas por que ele é chapadão. Vive pedindo uma lambidela para as garotas, pois esse, é o seu jeito de demonstrar afeto – que foi? Você não diria que isso é loucura partindo de um cachorro -.

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Além desses pedidos insólitos, ele nunca perde a piada – pode perder um seguidor, mas a piada… Nunca -. Também é o xodó das meninas que desejam encontrar um companheiro (Não. Não, estou me referindo no sentido sexual). E, como todo bom personagem, ele é circundado por muita polêmica…

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Desde o momento da minha criação mais diabólica, recebi muitas perguntas a respeito do criador desse personagem, ou seja, eu mesmo.

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Disseram que o Creepier era fake – de fato, personagens geralmente não são reais – mas o creepier não é falso, porque ele tem uma personalidade pessoal, sentimentos reais e, na  minha opinião, sentimentos não podem ser fakes.

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Na cabeça das pessoas devem passar o seguinte pensamento: “ESSE FDP QUE CRIOU ESSA PAIAÇO DEVE SER DOENTE DA CABEÇA”. Eu não arriscaria dizer que eu sou normal, não. Mas, também, “de médico e de louco… todo mundo tem um pouco”. Então não me preocupo com o que as pessoas me tacham… tsc…tsc.

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Pois bem… Aqui estou eu: Tentando seduzir os meus seguidores incautos. Porém, com muito bom humor e uma boa dose de sentimentos, que me arrisco a dizer… NÃO PODEM SER FAKES!!!

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RAWR!!! ME LAMBE. Ass: @the_creepier. ♥ VOCÊS!!!

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#NAMASTE #MAMÍFEROS… Como já deixei bem claro no meu último post,  que eu postaria os texto do meu antigo blog, não farei maiores preâmbulos. Agora fiquem com o primeiro remake aê, O…

GERAÇÃO COCA-COLA


Um belo dia no colégio, meu o professor de história chamado Ronaldo, perguntou-nos qual foi o apelidado dado para a geração de bebês que nasceram durante a guerra fria. Este momento era propício para uma das minhas anedotas sem compromisso. Então, respondi: –  Geração coca-cola, professor.

Ele olhou-me com um ar que eu não saberia dizer se era de descontração ou, indignação. Passados alguns segundos dessa cena, ele respondeu: Que geração coca-cola o quê! Os bebês nascidos durante a guerra fria foram apelidados de Baby-boomers, traduzindo, explosão de bebês. Foi dado esse nome, porque após a 2°guerra mundial, os pais; no qual eu incluo o de vocês, fizeram muito filhos, o que ajudou o mundo a se recuperar da crise demográfica deixada pela guerra.

Essa geração foi à maior responsável por protestos sociais. Era muito ativa politicamente. Foi ela que deu origens a grupos como os hippies e, também, foram eles que lutaram contra a ditadura militar aqui no Brasil, resumindo, eles foram muito importantes historicamente.

O que é muito diferente das gerações de vocês. Se nós éramos conhecidos pelo dilema: “drogas ,sexo e Rock’n”roll”, vocês são conhecidos como:  A geração da “cerveja, masturbação e funk”. Enfatizou o nosso professor.

As declarações feitas pelo o professor Ronaldo, mexeu  muito comigo. “Eu nem gosto de funk”, eu pensava. Mas depois de muito refletir, percebi, que a minha geração que era a tida como geração coca-cola. Pois vejam bem:

A maioria dos jovens hoje não tem voz ativa politicamente. Alguns nem sabem quem são os candidatos a república este ano. Fazer protesto então, nunca… “E arriscar perder malhação”. Nós somos assim: Alienados. Ouvimos só o que toca no rádio, não temos ideais próprios, e vestimos o que a televisão manda. Não protestamos, não nos interessamos pelo noticiário, e melhor para nós sermos reconhecidos como “colírios”, do que como heróis por defendermos uma causa (como o projeto ficha limpa, por exemplo).  E o pior de tudo: Não fazemos sexo, e somos reconhecidos como meros masturbadores.

E hoje em dia é tão mais fácil (fazer sexo) protestar. Existe a internet que pode nos ajudar, os sites de relacionamento; alguns dos encontros para protestar contra o pleito do Irã, que muitos disseram que foi coagido, foram promovidos pelo twitter. E mais… Podemos seguir os candidatos a presidência pelo twitter, cobrando as promessas que fazem em época de eleição. Mas isso só vai acontecer, se nos dispusermos a gastar aquele tempo que utilizamos pedindo indicação no twitter, para uma coisa mais útil.

Se nós fizermos isso, poderemos, então, twittar mensagens como: “pra não dizer que não falei das flores”, e assim, seremos reconhecidos como: A GERAÇÃO COCA-COLA.

Um belo dia no colégio, meu o professor de história, chamado
Ronaldo, perguntou-nos qual foi o apelidado dado para a geração de bebês que nasceram durante a guerra fria.
Este momento era propício para uma das minhas anedotas sem compromisso.
Então, respondi: –  Geração coca-cola, professor.
Ele olhou-me com um ar que eu não saberia dizer se era de descontração, ou, indignação. Passados alguns segundos dessa cena, ele respondeu: Que geração coca-cola o quê! Os bebês nascidos durante a guerra fria foram apelidados de Baby-boomers, traduzindo, explosão de bebês. Foi dado esse nome, porque após a 2°guerra mundial, os pais; no qual eu incluo o de vocês, fizeram muito filhos, o que ajudou o mundo a se recuperar da crise demográfica deixada pela guerra.  Essa geração foi à maior responsável por protestos sociais. Era muito ativa politicamente. Foi ela que deu origens a grupos como os hippies e, também, foram eles que lutaram contra a ditadura militar aqui no Brasil, resumindo, eles foram muito importantes historicamente. O que é muito diferente das gerações de vocês. Se nós éramos conhecidos pelo dilema: “drogas ,sexo e Rock’n”roll”, vocês são conhecidos como:  A geração da “cerveja, masturbação e funk”. Enfatizou o nosso professor.
As declarações feitas pelo o professor Ronaldo, mexeu  muito comigo. “Eu nem gosto de funk”, eu pensava. Mas depois de muito refletir, percebi, que a minha geração que era a tida como geração coca-cola. Pois vejam bem: A maioria dos jovens hoje não tem voz ativa politicamente. Alguns nem sabem quem são os candidatos a república este ano. Fazer protesto então, nunca… “E arriscar perder malhação”.
Nós somos assim: Alienados. Ouvimos só o que toca no rádio, não temos ideais próprios, e vestimos o que a televisão manda. Não protestamos, não nos interessamos pelo noticiário, e melhor para nós sermos reconhecidos como “colírios”, do que como heróis por defendermos uma causa (como o projeto ficha limpa, por exemplo).  E o pior de tudo: Não fazemos sexo, e somos reconhecidos como meros masturbadores.
E hoje em dia é tão mais fácil (fazer sexo) protestar. Existe a internet que pode nos ajudar, os sites de relacionamento; alguns dos encontros para protestar contra o pleito do Irã, que muitos disseram que foi coagido, foram promovidos pelo twitter. E mais… Podemos seguir os candidatos a presidência pelo twitter, cobrando as promessas que fazem em época de eleição.
Mas isso só vai acontecer, se nos dispusermos a gastar aquele tempo que utilizamos pedindo indicação no twitter, para uma coisa mais útil. Se nós fizermos isso, poderemos, então, twittar mensagens como: “pra não dizer que não falei das flores”, e assim, seremos reconhecidos como: A GERAÇÃO COCA-COLA.

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