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Posts Tagged ‘Humor’

Awwww… a Escola. Um ambiente social que o mais breve deslize pode acabar em seqüelas permanentes: Uma resposta errada na aula de português; uma roupa mais extravagante – vide, caso Geisy-; ou até mesmo um corte de cabelo menos usual, pode não ser bem interpretado pelo os seus colegas de classe, e tu ficarás com cara de nádegas perante a eles, tendo que escutar as mais diversas piadinhas até o final do ano letivo e, tudo, por causa de um único ato falho.

*

Os exemplos citados acima nem são os piores, pois, com um pouquinho de cautela, até podem ser evitados. Porém, há outros que parecem estar à cima da nossa capacidade e compreensão poder evitá-los, porque forças maiores parecem confabular com o único intuito de nos verem tomando bem no meio de nossa rabicola. E é exatamente sobre essas situações de constrangimentos que esse post abordará.

Primeira situação: WTH, de cheiro é esse?

Você está na sala de aula, compenetrado fazendo a lição de química, quando, você escuta sussurros:

– Nássa, que cheiro ruim.

– Éca, parece… Parece, cheiro de fossa.

– Pods crê. Até parece que alguém pisou… pisou, na BOSTA ;( .

Num átimo, todos os seus colegas se apressam a levantar as solas do tênis deles e, para seu total desalento, eles proferem:

– Aí, aí, não fui eu não. Pode ver! .

– Nem eu!

– Taqui ó, o meu está limpo também.

E, quando a última pessoa acaba de mostrar a solas dos pés comprovando que está limpa, seus amigos chegam a uma conclusão tácita:

– Então, se não foi nenhum de nós quem pisou na bosta – todo mundo exaltou a voz em coro – foi VOCÊ!

“Mas é claro que não!”, – você contrapõe à acusação dos seus amigos com extrema voracidade; porem, sem muita certeza se você estava certo, ou não.

Seus amigos insatisfeitos com a sua resposta, lhe demandam que mostre a sola do seu tênis a eles.

Nesse momento, toda sua vida passa diante dos seus olhos. Caso o menor vestígio de estrume tivesse no seu tênis, todos te olhariam tal como um transeunte observa um mendigo que não toda banho à aproximadamente décadas. Então, ainda com a face ruborizada, você LENTAMENTE levanta a sola do tênis, rezando a Deus para que não haja esterco nos seus pés, senão…

Tarde de mais! Todos os seus amigos já estavam olhando para você; alguns com uma expressão de condolência, outros com expressão de “se fudeu filha da puta”, mas todos enojados com essa situação tão fatídica. Até aquele professor que copia a lição na lousa freneticamente como se possuísse uma mão biônica, olha pra você balançando a cabeça negativamente como quem diz “fica mesmo causando na minha aula arrombado, “Aê se fudeu!”.

E debaixo do seu tênis aquele misto de merda verde com amarelo, que nem o mais perito coletor de análise clínicas poderia elucidar se aquela bosta foi obra de um cachorro; de um rato; de um cavalo, ou até mesmo de um ser SOBRE-humano, apenas a julgar pela espessura das fezes. Quanto mais você tentava limpar aquela merda, mas o seu tênis ficava sujo. Você limpava, limpava e limpava, porém sem obter o menor êxito. Tu olhavas para os lados, e via os seus amigos rachando o bico da sua cara e dos seus sucessivos malogros de limpar a sola do pisante. Por um instante, você sentira a vontade de ser um avestruz para enterrar a cabeça na terra, e por ali ficar, quiça, por toda a eternidade, num lugar onde não haveria professores, nem alunos, nem ninguém para se preocupar – só a bosta que não dá pra garantir que não haveria- . No momento seguinte você se desfaz das suas fantasias e cai na realidade: Você estava na merda. LITERALMENTE.

No entanto, os antigos dizem que pisar na merda é presságio de boa sorte, diferentemente da humilhação a seguir…

Balançar a cadeira de mais.

Essa situação só comprava que quando a desgraça quiser fuder contigo, ela foder-te-á de qualquer jeito maneira, lembrando-nos até o filme premonição em que a morte ia atrás de todos os indivíduos fadados a morrer, mas divago.

Essa situação ocorre quando o individuo estar em um regozijo enorme de balançar a sua cadeira de um lado a outro, remetendo a um movimento de um balanço. Entretanto, quando o sujeito dá um impulso para frente, se empolga além do ponto e utiliza mais força do que o necessário, e no momento que a cadeira volta para trás instantaneamente, a perna da cadeira parece obedecer às leis de Newton deslizando VAGAROSAMENTE mais do que o sujeito que estava balançando a cadeira calculara, resultando em, segundos depois, que o individuo estatele a bundinha que a mamãe passou talquinho, no chão duro e gelado, seguido, apenas, por risos de jubilo por parte de seus colegas com a sua súbita burrice .

Quando isso ocorre, muitas oportunistas de plantão; muitos que não vão com a cara do sujeito que se fudera, aproveitam este momento para proferir impropérios para a pessoa em questão. Alguns até se animam, e sem vêem dando socos, pedalas Robinho, e os mais corajosos voadoras no peito, do infeliz em questão.

E sem dúvida alguma não há nada melhor do que presenciar uma pessoa que se tem aversão sifudeno por causa da sua própria presunção de tentar exibir-se mostrando que sabe balançar uma cadeira, o que na verdade é uma idiotice sem precedentes, levando em conta que mesmo uma criança de colo possivelmente o faria, e sem estatelar a nádegas no chão-duro. Na verdade, isso comprova que para a pessoa ficar balançando a cadeira de um lado pro outro, ela deve sofrer de uma doença cognitiva no qual ela se acha possuir a idade de uma criança de peito, mas divago novamente.

Em último, pra mim, a situação mais humilhante e, também, a mais cagada – Em alguns casos até, LITERAMENTE.

O Espirro Atrapalhado:

Há duas situações constrangedoras que podem ser atribuídas a esse caso: tal você pode ficar todo melado de catarro ou, tal você pode ficar todo melado… DE MERDA!

NO PRIMEIRO CASO. Durante uma aula chata, vejamos, uma bem chata hummmmm… digamos, QUÍMICA, vai. Então você está no meio de uma aula de química. Seu nariz começa a irritar-se. Pelo visto a preguiçosa da tia da limpeza não limpara a sala d’aula no dia anterior. A coceira no seu nariz aumenta de um modo gradual. Você se amaldiçoa por ter esquecido os malditos lenços de papel na sua casa. Entrementes, uma força incomensurável parecia vir lá do âmago das suas entranhas. Não havia mais como segurar aquela força de dentro de você. Então, subitamente, você tem a ideia de pedir para o professor  a permissão de ir ao banheiro. Ele deixa. A força de dentro de você continua a aumentar de modo vertiginoso.  Você se vê obrigado a apertar os passos. Mas, no meio do caminho, aquela força maior parece estar dominando todo o seu peito: Ela vem esôfago adentro pronto para sair pela sua boca. Você tenta fazer um último esforço para impedir aquela energia de sair “A…A….A-ATCHIIIIMMMM”… Em vão.

E agora, lá estava você, na frente da sala: com catarro no nariz; mãos; queixo; até no cabelo, e ele continuava a cair até a sua boca. Seus colegas? seus colegas caindo na gargalhada como se não houvesse o amanhã. Triste, não!?

Mas a segunda situação constrangedora, acredite, consegue ser pior do que esta HA HA HA HA HAAAA…  ( risada diabólica)

NO SEGUNDO CASO. Você mais do que ninguém sabia que sua mãe era uma santa, porém, naquele dia, ela era uma filha da puta por ter te obrigado a ir à aula, MESMO, sabendo que você estava doente.

Uma vez na sala de aula, você se encontra numa aula chata, adivinhem? Isso mesmo, QUÍMICA, parabéns!

Durante a aula de química, você espirra uma, duas, três vezes seguidas. Chegava a sua garganta estava seca. Mas tudo estava bem: enquanto você estivesse com o papel higiênico que sua mãe te dera, não havia nada com o que se preocupar.  Porém, você se esqueceu que se a desgraça quiser se apossar da sua vida, ela assim o fará amigo!

Portanto, ao avaliar pela o acumulo de força acumulada no interior do seu peito, você chegou à óbvia conclusão que logo uma avalanche de bactérias; e por que não, coliformes fecais, exalariam da sua boca na forma de espirro. Percebendo isso, você logo se adianta a enrolar o máximo de papel higiênico em suas mãos visando conter aquela gosma verde que possivelmente assolaria TUDO o que encontrasse pela frente.

Com o rolo de papel já bem posicionado em suas mãos, era só esperar o espirro vir, para daí limpar as vossas delicadas narinas. Um instante depois, você sente um forte vento que talvez fosse capaz de destruir os barracos de uma favela do rio de janeiro, perpassando pelo seu pulmão, você arfar bem forte os peitos contraindo a barriga ao máximo, ao ponto das suas costelas parecerem uma espinha de sardinha, quando, por fim, aquele ar se desprende dos seus pulmões:

 

ATCHIMMMMM !!!! PLUF~~~~.

 

Graças à senhora do Perpeto Socorro, você conseguiu conter o catarro a tempo de evitar que ele saísse pelo seu nariz.

Porém, havia alguma coisa errada. Seus colegas de classe pareciam extasiados com alguma coisa, pois riam alucinadamente de algo. Só se escutava os berros de: “Peidorrero!”. “Seu peidão!”. “Zé do peido!”.

Quando você foi levantar-se para perguntar a um dos seus colegas o porquê daquelas chacotas, foi no instante que você acaba de perceber que sua cueca estava… MELADA.

A cagada estava feita, LITERALMENTE. A força do espirro foi tão grande, mas tão grande, que você acabara por soltar um peido que culminou com as suas cuecas numa baita freada de bicicleta; e com freios a disco.

Não havia situação mais cabível nesse momento, do que dar um fim na sua vida tomando chubinho para rato.

Era o fim da linha para um individuo estabanado.

Um minuto de silencio a essa vida, por favor. OBRIGADO.

°

*******

Na verdade, esses fenômenos citados neste post que estão acima da nossa compreensão e parecem se alegrar aos nos ver sendo enrabados, tem nome: é a lei de Newton. Isto é, se uma coisa tiver que dá errado, ela irá dar errado e foda-se!

E quando a lei de Newton recai sobre você, amigo, é só rezar para que os seus colegas se esqueçam da humilhação que você sofreu, cara.

E Mais sorte dá próxima vez ;) .

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Navegando pela internetz, eu me deparei com essa obra prima literária, então resolvi compartilhá-la com vocês.

*****************

A ditadura do cadarço amarrado.

Todos, em algum momento da vida, já foram vítimas de um fiscal do cadarço. Aquela pessoa que se aproxima furtivamente de você e, em tom de pavor, diz:

– Seu cadarço está desamarrado!

No Brasil, atualmente, há mais preconceito contra aqueles que andam com os cadarços desamarrados do que contra homossexuais, negros, aleijados, homossexuais negros, negros aleijados, homossexuais aleijados e homossexuais negros aleijados.

E, olha, as pessoas te julgam por causa disso, viu? Olham pra você como se você estivesse com o cadarço desamarrado porque você estava lá fazendo sexo com sua mãe quando de repente foi surpreendido pelo seu pai e, na tentativa de fugir pela janela, não teve tempo de amarrar os sapatos.

Eu particularmente acredito que se hoje tem gente que vê vídeo do Felipe Neto e acha super engraçado e divertido (“Nossa olha como ele é corajoso falando mal do Fiuk rsrsrsrsr”), vota na Dilma (e ainda por cima acha ela SUPER ARTICULADA) e não gosta de strogonoff (uma evidente falta de caráter), um cadarço desamarrado não quer dizer nada.

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Queria saber o nome do FDP que escreveu isso para poder-lhe dar os créditos, mas não o lembro.

*as opiniões desse texto não representam necessariamente a opinião do  https://faltasacanagem.wordpress.com/.

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Após muita vadiagem pelo parque, e estarmos completamente em estado de letargia depois de consumir muitos entorpecentes, tais como:

Coca-cola sem gelo, água da torneira, e Doritos mole… Enfim chegara a hora de nos despedirmos do InterColegge.

Com tal pensamento em mente, resolvemos reunir a cambada de vagabundos que tinha ido conosco, a fim de voltarmos para nossas respectivas casólas.

Entretanto, para nossa frustração, faltava um filha da puta amiguinho nosso que tinha se separado do  grupo para tentar pegar uma vagabunda no qual ele estava dando ideia.  Eu completamente insensível ao fato de que ele poderia se perder, ser violentado, ou até mesmo trombar com um fã de Justin Bieber na rua, sugeri que fossemos sem esse desgramado. Para o meu jubilo, recebi respostas positivas a essa minha hipótese, no entanto um ‘amigo’ nosso alertou-nos que o William – o desgramado  que se extraviou de nós – deixara as suas coisas; na qual incluíam dinheiro, roupas, e os demais pertences dele, com outro coleguinha da gente.

Isso foi o cu, do vai tomar no cu, para o meu ânimo.

Entrementes, para o nosso total desespero, ainda estavam ocorrendo diversos arrastões, o que ocasionava a simultâneas rebeliões, o que me levava a borrar as calças.

Ao me ver nessas totais adversidades, pensei eu em voz alta “e agora quem poderá me ajudar?”

Sem presumir que o chapolin colorado viesse ao nosso resgate, sugeri que fossemos procurar por William.

Então, lá fomos nós: Andávamos, caminhávamos e peregrinávamos, mas nada de encontrarmos o desgraçado que nos colocou nessa situação. E a cada minuto que passava, os meliantes começavam a ficar mais impiedosos pelo parque, destruindo a TUDO e a TODOS.

Após muitas tentativas de nos depararmos com o Will, eis que tomamos a decisão mais sensata no momento: Esperar pelo William na saída do parque.

Nesse tempo vimos pessoas sendo mutiladas por socos e chutes ao reagirem a ‘furtos’. Esses fatos só fizeram a minha cueca ficar cada vez mais pesada.

Passados cerca de meia hora que estávamos feito o cristo redentor esperando inocuamente pelo William, decidimos que estava na hora de procurá-lo novamente.  Foi quando finalmente o encontramos no maior LOVE com a menininha que ele estava tentado catar durante todo passeio.

Isso foi o suficiente para eu amaldiçoar até a 35903235221° geração dele.

Após termos resolvido esse impasse, por fim tentamos voltar para as nossas mamães, em nossas casas quentinhas e sem perigo.

**** Porém, ainda MUITO terror estaria por vir… E percebam vocês quantas ‘fases’ tivemos que transpor, até chegarmos em segurança à nossas casas! *****

Já fora do parque, eu e meus amigos fomos seguindo a multidão tal como fosse uma procissão, a fim de chegarmos até estação de metro. Foi quando subitamente o Brunão parou, pois a mão no meu peito, e balbuciou: “ Veeeeejam”

Então, vimos: Não um, tampouco dois, mas sim 3 negões de fazer inveja ao Shaquille o’ Neal

EAI, VAI ENCARAR?

…. Cada um com 3 pedaços de pau em suas patas.

Usando toda nossas habilidades que aprendemos brincando de policia e ladrão, conseguimos nos esconder dos larápios atrás de um carro.

PRIMEIRA FASE COMPLETE!!!

Passado essa fase, nos mantemos a andar, e mais uma vez deparamo-nos cara a cara com a morte.

Desta vez, presenciamos um grupo de desordeiros preparando-se para acabar com a raça de outro grupo mais desordeiro ainda, e, também, à raça de qualquer um que ousasse passar por aquele local.

Eles estavam pedindo paras as garotas, que tinham vindo com eles, se encostarem ao muro. Percebendo essa oportunidade, eu novamente utilizo as minhas técnicas de Magaiver para guiar o meu grupo perto do muro junto com as garotas. Talvez por nossa tamanha semelhança com o sexo feminino, não fomos notados pelo os mal feitores.

SEGUNDA FASE COMPLETE

Já na estação, só faltava entrarmos no trem, para daí sim; chegarmos são e salvos até a nossa casinha.

Fácil? DIFÍCIL. Porque novamente avistamos perigo iminente. No mesmo dia do evento Intercollege, havia o clássico de São Paulo: Cocô-rinthias e São Pau-lo. Então, no exato momento que o pessoal do Intercollege voltava para cara, os favelados das torcidas organizadas também voltavam.

O pior foi inevitável, um Zé bostola decidiu ‘interagir’ com um Bambi (são paulino) que já estava P-U-T-O por ter perdido o jogo, dizendo:

“CHUUUUUUUUUUUUUUPAAAAAAA BAMMMMMMMMMMMMBIIII”

Foi o suficiente para começar um quebra pau que, indiretamente, me and my friends estávamos envolvidos.

Novamente a situação nos exigiu toda a nossa perspicácia ningística para escaparmos.

Quando fugimos um pouco da balbúrdia, e finalmente chegamos à catraca para desembacar no trem, eis que o Ari comete umas das maiores filhasdaputice da história da via láctea: Esquecer o bilhete único em casa!

Senti vontade de decapitar o Ari com uma faca cega de cozinha… Mas relevei a ‘pretice’ dele.

One more time, lá fomos nós voltarmos ao frenesi, again. Entre empurrões, e arrastões , a saída… é fazer, valer a pena. – desculpe-me. Mas não resisti à tentação Y_Y ! – Tentamos recarregar o bilhete do Ari.

Para tal, bolamos uma verdadeira força tarefa: Enquanto um ficava na fila, outro dava cobertura, e os demais ficavam na espreita de vigília. Cada segundo; cada minuto; que o Ari gastava na fila, a expressão ‘ficar com o cúzinho na mão’ parecia mais literal pra mim. Quando o meu ânus não tinha mais para aonde ir, foi quando o Ari finalmente apareceu com o seu bilhete único devidamente recarregado.

É claro que eu dei um pescotapa nele por tamanha demora.

Após essas conjunturas de eventos, finalmente pegamos o trem que nos levaria para casa.

Neste exato momento, como em Resident Evil, só faltavam os créditos subir para a nossa aventura estar encerrada.

GAME OVER!!!

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WAKA WAKA MA, EH EH… WAKA WAKA MA, EH EH… Hoje é dia de festa queridos sacanageros  que acompanham às desventuras deste brógui. Pois é com muito orgulho que eu lhes anuncio que a nossa casinha de sacanagem, em menos de um misero mês de vida, transpôs a marca de 1000 views diários *_* ( Quem dera! são mil view na história :\. Mar tah valendo ^_^) . Julgo, que este resultado deu-se pela minha dedicação de sempre atualizar o #PutaFaltaDeSacanagem com novos post’s para você, querido leitor. Mas principalmente pela boa vontade de vocês de divulgarem o blog, de clicarem nos links com atualizações que eu passo pelo twitter, e de visitarem assiduamente o PFDS.

Porém, há uma coisa que vem tirando-me o sono toda vez que eu vou dormir ( será que a minha última frase é considerada pleonasmo?): O PFDS ainda não está tendo números consideráveis do que na linguagem bloguista  chama-se DISCUSSÃO. Ou seja, não está havendo muitos comentários e interação em geral, o que me deixa com vontade de bater a minha cabeça na parede até eu ter traumatismo craniano. E como eu pressuponho que vocês não querem que isso aconteça, comentem os meus textículos nem que seja pra dizer “ eu vou te processar pelo mal que os seus textos fizeram a minha vida” ou “ Credo, você deve ter o cérebro igual ao de uma minhoca” , mas comentem, POR FAVOR, para que possamos juntos dizer a frase:

INTERAÇÃO, A GENTE VÊ POUHA AQUI!!!

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Hoje uma moça pegou na minha bunda dentro do ônibus  …

Ô.o

Acredito sinceramente que tenha sido sem querer, embora ela tenha feito uma carinha de sapequinha! HUhuuuu! Mas pediu desculpas logo após o incidente, passando a língua nos lábios!                  :P

Se por um acaso ela passou a mão na minha bunda propositalmente, bem, o que eu posso dizer!? SE FUDEU E AINDA SE ARREPENDEU!     :S

Depois que ela me pediu desculpas e se virou de costas eu fiquei pensando:

“Que #putafaltadesacanagem, na verdade era eu quem deveria pedir desculpas a ela” Porque enfim, minha bundinha parece mais um comprimido de aspirina infantil, sabe Né? Aqueles comprimidinhos rosas pequenininhos… docinhos, da cartela cor de rosa que a mãe da gente dava quando a gente tinha 6 anos e depois guardava em cima da geladeira e a gente pegava o banquinho ia lá e comia mais uns 3… ou 4… ok,ok confesso já cheguei a comer uma cartela inteira (e minha mãe falava, meu Deus eu jurava que tinha colocado aqui – Coitada!)

-Tá entendendo que a história da aspirina infantil foi só prá ilustrar o quão minha BUNDA é pequena Né? ah VÁ PÁ POUHA se vc ainda não entendeu e PARE DE LER POR AQUI MESMO!…

Simplificando, eu fiquei envergonhado não dela ter pegado na minha bunda, mas dela ter a vontade de pegar na bunda de alguém e infelizmente só ter eu ali naquele momento, ela deve ter se decepcionado demais! Eu NÃO tenho bunda, nada, nenhuma carninha, eu que deveria ter virado prá moça e falado: –Ô moça me desculpa!

Porque eu realmente não tenho bunda, não tenho um mísero pedaço de carne nessa minha nádega infeliz, pelo contrário, quando sento em cadeiras que não são acolchoadas os ossos das minhas nádegas ficam cortando o couro que envolve a bunda entende? Parece um facão cortando e rasgando o tecido que envolve o osso da minha bunda! Porque enfim, minha bunda é assim, tem um osso e logo depois vem à pele! Se pegasse um ralador e ralasse as minhas nádegas não dava prá fazer um mísero pastel! A bunda da maioria das pessoas é uma meia lua…prá fora! Correto? DÊSSIJEITO aqui =>

Minha bunda não é diferente, também é uma meia lua, mas PRÁ DENTRO!

¬¬’

Desse jeito aqui =>

Conclusão: NÃO TEM! Mas devia ter!

=    

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#NAMASTE MACACADA!

Venho por meio desta, anunciar-lhes que agora nós teremos outro sacanagero compondo post’s para a nossa casinha de sacanagem: @O_Roodrigo. Ele falará sobre os acontecimentos de sua vidinha sem graça bem do jeito do PFDS – com humor, sarcasmo e coisital –, a fim de torná-la um pouco menos monótona e deprimente.

Espero que possamos rir  juntos da cara do @O_Roodrigo

Ass: David C. Amorim :* sexo .

Aw… e sigam-no no twitter: http://twitter.com/O_roodrigo

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